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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Moradores exigem segurança

Assaltos e acidentes rodoviários preocupam

Implantada há dois anos, a urbanização de Vila Chã acolhe largas dezenas de famílias que escolheram aquele local da freguesia da Mina para habitar, por ser "um local bastante agradável" e com uma boa "qualidade de construção". Todavia, não há oásis perfeitos. Nos últimos tempos, a população desta zona tem vindo a deparar-se com alguns problemas que afectam a tranquilidade de Vila Chã. Problemas que um grupo de moradores vai expor hoje, quarta-feira, na reunião pública da Câmara da Amadora.

A segurança, ou mais concretamente, a falta dela, é um assunto que ali está sempre na ordem do dia. "Têm ocorrido alguns assaltos, principalmente a viaturas", lamenta uma moradora. "Estamos situados entre dois bairros, o de Santa Filomena e o Casal da Boba, e a movimentação de um para o outro através da nossa urbanização é algo que nos preocupa", acrescenta. Aliás, as queixas de que há pouco policiamento a norte do concelho estendem-se a outros núcleos habitacionais próximos, como os Moinhos da Funcheira e o Alto da Mira onde, inclusive, há uma semana, os moradores se manifestaram espontaneamente, num acto já desvalorizado pela PSP da Amadora. "Aconteceram casos pontuais fora da pacatez da zona, mas já reforçámos o patrulhamento", explica o comandante Manuel Pereira.

A quantidade de acidentes rodoviários, alguns deles bastante graves, é outra das preocupações dos moradores. "Quase todos os dias há acidentes e, nalguns casos, foi mesmo preciso desencarcerar os condutores", explica Carlos Gouveia, ali residente.

A urbanização está bem sinalizada, "mas o excesso de velocidade que ali se pratica e a falta de cuidado de alguns condutores provocam estes acidentes", para além de que "nem os peões estão em segurança". Os cruzamentos junto ao BPI e na Avenida Fernando Valle têm sido o palco de maior parte destes sinistros. Uma viatura incendiada e uma outra que decepou um poste de iluminação são exemplos claros da gravidade destes acidentes rodoviários. Estes já motivaram reclamações junto da Câmara da Amadora, com a população local a exigir a colocação de lombas redutoras de velocidade ou semáforos. "Diariamente as crianças atravessam a avenida em direcção à escola e é inaceitável a velocidade a que ali se circula", acrescenta a residente Marisa Dias.

Contactado pelo JR, Gabriel Oliveira, vereador responsável pela área do trânsito na autarquia amadorense, explica que "não tem recebido queixas" e que, "enquanto a urbanização não for recepcionada não pode ali intervir".

No entanto, os problemas não ficam por aqui. A este rol junta-se o do lixo. "Não há um único ecoponto em toda a urbanização. Quem está habituado a fazer separação de lixo tem de pôr os sacos no carro e despejá-los noutro local", lamenta uma moradora. Contudo, segundo o vereador do Ambiente, Eduardo Rosa, "a aquisição e instalação do equipamento para deposição de resíduos sólidos valorizáveis é da responsabilidade do respectivo urbanizador, estando prevista a instalação de ecopontos subterrâneos, constituídos por um papelão, vidrão, embalão e um contentor para
pilhas".

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Fonte: Jornal da Região, 29-01-2008

2 comentários:

Anónimo disse...

"enquanto a urbanizaçao nao for recepcionada"???
Desculpem, mas eu nao sei o que isto quer dizer, alguem por favor me sabe explicar???
Obrigada

Paulo disse...

Esta história das lombas é engraçada. Pedem-nas, mas depois reclamam que as mesmas danificam as viaturas.

As lombas não tinham sido consideradas ilegais??

Outro ponto, é que as lombas, para não danificarem penosamente as viaturas, ou se passa nas mesmas praticamente parado, ou então a alta velocidade. Adivinhem o que fazem os aceleras...