O MetroBus, um metro rodoviário de superfície que ligará o centro comercial Dolce Vita e o metropolitano de Lisboa, deve entrar emfuncionamento dentro de um ano, anunciou hoje a Câmara da Amadora.
A primeira fase do MetroBus, um metro de superfície que em vez de circular sobre carris tem pneus, fará a ligação entre o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, sendo que o seu traçado atravessará as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa, numa extensão de cerca de sete quilómetros.
O vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, avançou que são esperadas entre 5 000 a 10 000 pessoas diariamente no transporte.
"O objetivo é que o MetroBus funcione como um transporte normal, não que encha o Dolce Vita, já que não é uma linha para o Centro Comercial. É para toda a gente, que o possa a vir usar para o trabalho, para a escola e até para chegar a Lisboa", disse Gabriel Oliveira.
O vereador disse ainda que o "Dolce Vita pode ser transformado num interface de transportes, já que, com os 9 000 lugares de estacionamento gratuitos, as pessoas vão poder deixar os seus carros no shopping e usar o transporte público até Lisboa".
A solução nasce de um protocolo da Câmara da Amadora com a CP, o Metropolitano de Lisboa, da Autoridade Metropolitana de Transportes e do Dolce Vita Tejo.
Nesta primeira fase, a infraestrutura viária foi elaborada pela Câmara da Amadora e o investimento, de cerca de cinco milhões de euros, ficará praticamente ao cargo da Chamartín, já que a empresa que detém o shopping vai financiar 4,45 milhões de euros da obra.
Gabriel Oliveira negou que a participação da empresa estivesse relacionada com contrapartidas pela construção do shopping, justificando a parceria apenas com a "necessidade de fazer chegar mais pessoas ao Dolce Vita".
Já a aquisição do material circulante será decidida através de concurso público, já que "a autarquia não quer explorar a circulação", disse o vereador.
O financiamento ficará a cargo da Câmara e de fundos comunitários.
Gabriel Oliveira afirmou que em "sete, oito meses" as obras avançam e que no início de 2013 o MetroBus iniciará a circulação.
Numa segunda fase do MetroBus, está prevista um segundo troço fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros, que, segundo o vereador da Amadora, "necessitará do apoio do Governo". (...)
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Fonte: Jornal i, 20-09-2010
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Comércio local em crise após um ano de Dolce Vita
Um ano depois da abertura do Dolce Vita Tejo, na Amadora, os pequenos comerciantes da zona envolvente ao centro comercial fazem contas à vida e aqueles que não encerraram portas debatem-se com dificuldades em escoar os produtos.
Vários comerciantes das imediações do Dolce Vita Tejo, Amadora, disseram à agência Lusa estar a passar por grandes dificuldades devido à menor afluência de clientes aos seus estabelecimentos, justificando que a presença do centro comercial e a crise económica são os responsáveis.
Conceição Cavalheiro é funcionária há mais de uma década numa boutique de roupa, no Casal de São Brás, e desde a abertura do Dolce Vita que tem notado a diminuição de clientes no estabelecimento onde trabalha. "Foi um grande rombo. As pessoas preferem as lojas mais baratas, não se preocupam com a qualidade do que compram e preferem ir para o Dolce Vita", disse.
O presidente da Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora, João Antunes, revelou que em 2009 encerraram portas 144 associados da Amadora. Garante, porém, que a situação não se deve apenas à presença do Dolce Vita.
Acessos rodoviários por concluir
Por outro lado, o Dolce Vita Tejo tem funcionado como motor económico e de integração das comunidades envolventes, de acordo com a empresa proprietária que lamenta o atraso na conclusão das vias de acesso ao espaço. (...)
No entanto, lamenta "os atrasos na conclusão das vias de acesso projectadas" para o local, nomeadamente a Radial da Pontinha e a CRIL (Cintura Regional Interna de Lisboa) "que vai abrir ainda no mês de Maio", infra-estruturas que, considera, poderiam dinamizar ainda mais as visitas ao centro comercial. (...)
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Fonte: Jornal de Notícias, 07-05-2010
Vários comerciantes das imediações do Dolce Vita Tejo, Amadora, disseram à agência Lusa estar a passar por grandes dificuldades devido à menor afluência de clientes aos seus estabelecimentos, justificando que a presença do centro comercial e a crise económica são os responsáveis.
Conceição Cavalheiro é funcionária há mais de uma década numa boutique de roupa, no Casal de São Brás, e desde a abertura do Dolce Vita que tem notado a diminuição de clientes no estabelecimento onde trabalha. "Foi um grande rombo. As pessoas preferem as lojas mais baratas, não se preocupam com a qualidade do que compram e preferem ir para o Dolce Vita", disse.
O presidente da Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora, João Antunes, revelou que em 2009 encerraram portas 144 associados da Amadora. Garante, porém, que a situação não se deve apenas à presença do Dolce Vita.
Acessos rodoviários por concluir
Por outro lado, o Dolce Vita Tejo tem funcionado como motor económico e de integração das comunidades envolventes, de acordo com a empresa proprietária que lamenta o atraso na conclusão das vias de acesso ao espaço. (...)
No entanto, lamenta "os atrasos na conclusão das vias de acesso projectadas" para o local, nomeadamente a Radial da Pontinha e a CRIL (Cintura Regional Interna de Lisboa) "que vai abrir ainda no mês de Maio", infra-estruturas que, considera, poderiam dinamizar ainda mais as visitas ao centro comercial. (...)
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Fonte: Jornal de Notícias, 07-05-2010
terça-feira, 1 de julho de 2008
Cidade das crianças começa a ganhar forma no Dolce Vita Tejo
A Kidzania, parque temático que vai nascer no centro comercial Dolce Vita Tejo, começou já a ganhar forma. O Avião Mc-Donnell Douglas DC9, que será a porta de entrada neste Centro de Entretimento Familiar, chegou há dias ao Dolce Vita Tejo vindo expressamente dos Estados Unidos. O avião atravessou, de barco, o Oceano Atlântico, aportou no Porto de Setúbal e foi transportado através de um veículo de transporte especial. O avião representa a primeira “pedra” deste parque temático que, a par do centro comercial, abrirá as portas em Maio de 2009.
A entrada na “Cidade do Miúdos” faz-se por uma porta de embarque semelhante à dos aeroportos. Aí chegadas, as crianças terão de fazer um check-in para aceder a um mundo onde brincam aos adultos. Antes de embarcarem nesta viagem recebem uma pulseira com GPS para melhor acompanhamento e segurança. Ao todo, 250 monitores acompanham os jovens durante as quatro horas em que vestem a pele das novas profissões. Este será o primeiro parque internacional em Portugal e o primeiro Kidzania na Europa. Lá dentro, dispõe de um hospital, universidade, bancos, estúdios de televisão e uma redacção, quartel de bombeiros,uma escola de culinária e outras “empresas” nas quais os miúdos dos 3 aos 14 anos vestem por umas horas a pele dos mais velhos.
O projecto da responsabilidade da Chamartín Imobiliária (proprietária dos Centros Comerciais Dolce Vita Tejo) terá uma área de 6500 metros quadrados e resulta de um investimento de 15 milhões de euros.
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Fonte: Jornal da Região, 01-07-2008
A entrada na “Cidade do Miúdos” faz-se por uma porta de embarque semelhante à dos aeroportos. Aí chegadas, as crianças terão de fazer um check-in para aceder a um mundo onde brincam aos adultos. Antes de embarcarem nesta viagem recebem uma pulseira com GPS para melhor acompanhamento e segurança. Ao todo, 250 monitores acompanham os jovens durante as quatro horas em que vestem a pele das novas profissões. Este será o primeiro parque internacional em Portugal e o primeiro Kidzania na Europa. Lá dentro, dispõe de um hospital, universidade, bancos, estúdios de televisão e uma redacção, quartel de bombeiros,uma escola de culinária e outras “empresas” nas quais os miúdos dos 3 aos 14 anos vestem por umas horas a pele dos mais velhos.
O projecto da responsabilidade da Chamartín Imobiliária (proprietária dos Centros Comerciais Dolce Vita Tejo) terá uma área de 6500 metros quadrados e resulta de um investimento de 15 milhões de euros.
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Fonte: Jornal da Região, 01-07-2008
quinta-feira, 19 de março de 2009
Amadora espera ter metro ligeiro de superfície a partir de 2010
As obras do metro ligeiro de superfície da Amadora, que vai unir seis freguesias do concelho às redes do Metropolitano de Lisboa e da CP, deverão arrancar até ao fim do ano, adiando o início da circulação deste veículo eléctrico para 2010.
O vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora revelou ao PÚBLICO que está neste momento a ser desenvolvida a solução técnica que vai permitir criar “este conceito de transporte novo, que não existe em Portugal”, embora tenha algumas semelhanças com os trolleys que circulam em Coimbra desde a década de 40 do século XX. Segundo Gabriel Oliveira, é este carácter inovador que está na origem do atraso no projecto, cuja entrada em funcionamento chegou a ser anunciada para Maio de 2009.
“Não existem em Portugal empresas que trabalhem para este tipo de solução. Estamos a ver se encontramos equipas e projectistas para que o projecto vá a bom porto a um preço que achemos aceitável”, afirmou o vereador, salientando que “sendo uma coisa nova, tem alguma dificuldade em arrancar”. A expectativa de Gabriel Oliveira é que as obras tenham início “até ao fim do ano” e se prolonguem por “nove a dez meses”.
O metro ligeiro de superfície vai ter pneus em vez de circular sobre carris, constituindo um meio de transporte “silencioso” e que se adapta à topografia do concelho, vencendo “declives até 15 por cento, enquanto o metro clássico no máximo chega aos sete”. A explicação é do vereador da Câmara da Amadora, que acrescenta que se trata de um veículo eléctrico ligado a catenárias, mas que tem um motor a diesel que lhe permite “seguir o percurso se houver algum acidente, avaria ou obra”.
Esta primeira fase do metro ligeiro de superfície vai ligar a futura estação da Reboleira do Metropolitano de Lisboa (cuja inauguração foi anunciada para o primeiro trimestre de 2011) à estação da Amadora-Este, atravessando as freguesias de Reboleira, Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa e terminando no centro comercial Dolce Vita Tejo, que abre as portas em Maio deste ano.
Gabriel Oliveira adiantou que esta obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros e entre 15 e 20 paragens, poderá custar “entre seis e sete milhões de euros”, o que representa uma diminuição substancial face aos 11 milhões de euros que tinham sido anunciados no início de 2008. “Baixámos os custos, estamos a tentar uma solução o mais económica possível”, explicou o autarca.
Segundo Gabriel Oliveira, este investimento vai ser suportado em “mais de metade” pela Chamartín Imobiliária, a promotora do Dolce Vita Tejo, contando ainda com participações do Metropolitano de Lisboa, da CP e da Rede Eléctrica Nacional. Não está previsto que o projecto acarrete qualquer custo para o município.
Sem adiantar valores, a administração do centro comercial confirmou ao PÚBLICO a sua “participação efectiva como co-financiador relevante” do metro ligeiro de superfície. “É um projecto que se enquadra na nossa política de responsabilidade e de desenvolvimento sustentado” e “só por isso já nos sentimos obrigados a apoiá-lo”, justificou a mesma fonte.
Quanto ao facto de o metro só dever entrar em funcionamento no último trimestre de 2010, mais de um ano depois da abertura do centro comercial, a administração sublinha que “o Dolce Vita Tejo, pela sua dimensão e características, não depende do desenvolvimento daquele projecto”. Ainda mais porque, acrescenta numa resposta escrita, “estão programadas diversas linhas, em transporte público, que entrarão em funcionamento aquando da inauguração” e o equipamento está “enquadrado por uma rede viária e de acessibilidades de excepção fortíssima”.
Odivelas e Loures procuram financiadores para entrar na rota do metro de superfície
Numa segunda fase, o metro ligeiro de superfície poderá chegar aos concelhos de Odivelas e de Loures, estando igualmente previsto que se estenda pelo centro da Amadora, alcançando o hospital de Amadora-Sintra. Mas este é um projecto sem data certa para sair do papel, que só deverá ser concretizado se se encontrarem investidores privados para a empreitada.
“Os traçados estão fechados. Temos meios financeiros para ligar ao Dolce Vita Tejo, mas daí para a frente...”, diz o vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, salientando que em Portugal é a primeira vez que o sector privado participa num projecto desta natureza.
O PÚBLICO questionou o município de Odivelas sobre a sua participação na iniciativa, mas não obteve resposta. Em Maio de 2007, o vereador das Obras Municipais e Transportes, Sérgio Paiva, tinha revelado que o metro de superfície devia chegar ao concelho daí a cinco anos, com o financiamento de uma empresa responsável pela criação de um parque de ciência e tecnologia em Famões.
Gabriel Oliveira diz que, tanto quanto sabe, “inicialmente Odivelas tinha alguns parceiros que terá deixado cair”. Já a Câmara de Loures fez saber que, “infelizmente”, não há desenvolvimentos no processo, continuando a busca de investidores privados interessados em levá-lo avante.
Num futuro ainda mais longínquo, a ambição da Câmara da Amadora é levar o metro até ao concelho de Oeiras, unindo as linhas da CP de Sintra e da Cascais. “Oeiras mostrou interesse. O problema é a parte financeira”, explica mais uma vez Gabriel Oliveira.
Segundo Gabriel Oliveira, sistemas semelhantes estão em funcionamento em localidades francesas, suíças, alemãs e na cidade espanhola de Castellón.
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Fonte: Público, 19-03-2009
O vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora revelou ao PÚBLICO que está neste momento a ser desenvolvida a solução técnica que vai permitir criar “este conceito de transporte novo, que não existe em Portugal”, embora tenha algumas semelhanças com os trolleys que circulam em Coimbra desde a década de 40 do século XX. Segundo Gabriel Oliveira, é este carácter inovador que está na origem do atraso no projecto, cuja entrada em funcionamento chegou a ser anunciada para Maio de 2009.
“Não existem em Portugal empresas que trabalhem para este tipo de solução. Estamos a ver se encontramos equipas e projectistas para que o projecto vá a bom porto a um preço que achemos aceitável”, afirmou o vereador, salientando que “sendo uma coisa nova, tem alguma dificuldade em arrancar”. A expectativa de Gabriel Oliveira é que as obras tenham início “até ao fim do ano” e se prolonguem por “nove a dez meses”.
O metro ligeiro de superfície vai ter pneus em vez de circular sobre carris, constituindo um meio de transporte “silencioso” e que se adapta à topografia do concelho, vencendo “declives até 15 por cento, enquanto o metro clássico no máximo chega aos sete”. A explicação é do vereador da Câmara da Amadora, que acrescenta que se trata de um veículo eléctrico ligado a catenárias, mas que tem um motor a diesel que lhe permite “seguir o percurso se houver algum acidente, avaria ou obra”.
Esta primeira fase do metro ligeiro de superfície vai ligar a futura estação da Reboleira do Metropolitano de Lisboa (cuja inauguração foi anunciada para o primeiro trimestre de 2011) à estação da Amadora-Este, atravessando as freguesias de Reboleira, Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa e terminando no centro comercial Dolce Vita Tejo, que abre as portas em Maio deste ano.
Gabriel Oliveira adiantou que esta obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros e entre 15 e 20 paragens, poderá custar “entre seis e sete milhões de euros”, o que representa uma diminuição substancial face aos 11 milhões de euros que tinham sido anunciados no início de 2008. “Baixámos os custos, estamos a tentar uma solução o mais económica possível”, explicou o autarca.
Segundo Gabriel Oliveira, este investimento vai ser suportado em “mais de metade” pela Chamartín Imobiliária, a promotora do Dolce Vita Tejo, contando ainda com participações do Metropolitano de Lisboa, da CP e da Rede Eléctrica Nacional. Não está previsto que o projecto acarrete qualquer custo para o município.
Sem adiantar valores, a administração do centro comercial confirmou ao PÚBLICO a sua “participação efectiva como co-financiador relevante” do metro ligeiro de superfície. “É um projecto que se enquadra na nossa política de responsabilidade e de desenvolvimento sustentado” e “só por isso já nos sentimos obrigados a apoiá-lo”, justificou a mesma fonte.
Quanto ao facto de o metro só dever entrar em funcionamento no último trimestre de 2010, mais de um ano depois da abertura do centro comercial, a administração sublinha que “o Dolce Vita Tejo, pela sua dimensão e características, não depende do desenvolvimento daquele projecto”. Ainda mais porque, acrescenta numa resposta escrita, “estão programadas diversas linhas, em transporte público, que entrarão em funcionamento aquando da inauguração” e o equipamento está “enquadrado por uma rede viária e de acessibilidades de excepção fortíssima”.
Odivelas e Loures procuram financiadores para entrar na rota do metro de superfície
Numa segunda fase, o metro ligeiro de superfície poderá chegar aos concelhos de Odivelas e de Loures, estando igualmente previsto que se estenda pelo centro da Amadora, alcançando o hospital de Amadora-Sintra. Mas este é um projecto sem data certa para sair do papel, que só deverá ser concretizado se se encontrarem investidores privados para a empreitada.
“Os traçados estão fechados. Temos meios financeiros para ligar ao Dolce Vita Tejo, mas daí para a frente...”, diz o vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, salientando que em Portugal é a primeira vez que o sector privado participa num projecto desta natureza.
O PÚBLICO questionou o município de Odivelas sobre a sua participação na iniciativa, mas não obteve resposta. Em Maio de 2007, o vereador das Obras Municipais e Transportes, Sérgio Paiva, tinha revelado que o metro de superfície devia chegar ao concelho daí a cinco anos, com o financiamento de uma empresa responsável pela criação de um parque de ciência e tecnologia em Famões.
Gabriel Oliveira diz que, tanto quanto sabe, “inicialmente Odivelas tinha alguns parceiros que terá deixado cair”. Já a Câmara de Loures fez saber que, “infelizmente”, não há desenvolvimentos no processo, continuando a busca de investidores privados interessados em levá-lo avante.
Num futuro ainda mais longínquo, a ambição da Câmara da Amadora é levar o metro até ao concelho de Oeiras, unindo as linhas da CP de Sintra e da Cascais. “Oeiras mostrou interesse. O problema é a parte financeira”, explica mais uma vez Gabriel Oliveira.
Segundo Gabriel Oliveira, sistemas semelhantes estão em funcionamento em localidades francesas, suíças, alemãs e na cidade espanhola de Castellón.
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Fonte: Público, 19-03-2009
domingo, 19 de setembro de 2010
Amadora apresenta projecto do MetroBus
A Câmara Municipal da Amadora vai apresentar publicamente, no próximo dia 21 de Setembro, pelas 11 horas, na Esplanada de Restauração (Piso 1) do Centro Comercial Dolce Vita Tejo, o projecto MetroBus. A apresentação vai contar com a presença de representantes da CP, do Metropolitano de Lisboa, da Autoridade Metropolitana de Transportes, do Dolce Vita Tejo, da Câmara Municipal de Odivelas e ainda do Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Carlos Correia da Fonseca.
O MetroBus é um sistema de Metro Ligeiro de Superfície que, numa primeira fase, fará a ligação entre o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, sendo que o seu traçado atravessará as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa. Numa segunda fase, prevê-se a extensão da linha do referido centro comercial a Odivelas.
A obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros, ascenderá a cerca de 8 milhões de euros. Um investimento partilhado pelo Dolce Vita Tejo, que disponibilizará cerca de 4.450.000 de euros, para as infra-estruturas do MetroBus. A verba destinada à aquisição do material circulante será comparticipada, em 50%, por fundos comunitários, ficando o remanescente a cargo da autarquia.
Neste momento decorre o concurso público internacional para a aquisição do mencionado material circulante, encontrando-se reunidas as condições necessárias para a elaboração do projecto de execução, iniciando-se, de seguida, a obra. O MetroBus deverá entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2013.
Características inovadoras e ambientais
O MetroBus assemelha-se ao metro de superfície clássico, no entanto em vez de circular sobre carris tem pneus, constituindo um meio de transporte silencioso e ecológico, que facilmente se adapta à topografia do concelho.
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Fonte: Câmara Municipal da Amadora, 17-09-2010
O MetroBus é um sistema de Metro Ligeiro de Superfície que, numa primeira fase, fará a ligação entre o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, sendo que o seu traçado atravessará as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa. Numa segunda fase, prevê-se a extensão da linha do referido centro comercial a Odivelas.
A obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros, ascenderá a cerca de 8 milhões de euros. Um investimento partilhado pelo Dolce Vita Tejo, que disponibilizará cerca de 4.450.000 de euros, para as infra-estruturas do MetroBus. A verba destinada à aquisição do material circulante será comparticipada, em 50%, por fundos comunitários, ficando o remanescente a cargo da autarquia.
Neste momento decorre o concurso público internacional para a aquisição do mencionado material circulante, encontrando-se reunidas as condições necessárias para a elaboração do projecto de execução, iniciando-se, de seguida, a obra. O MetroBus deverá entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2013.
Características inovadoras e ambientais
O MetroBus assemelha-se ao metro de superfície clássico, no entanto em vez de circular sobre carris tem pneus, constituindo um meio de transporte silencioso e ecológico, que facilmente se adapta à topografia do concelho.
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Fonte: Câmara Municipal da Amadora, 17-09-2010
sábado, 26 de maio de 2007
Metro ligeiro com terminal na Reboleira
O metro ligeiro de superfície não poluente que as autarquias da Amadora e Odivelas estão a estudar para ligar os dois concelhos vai ter o futuro interface de transportes públicos da Reboleira como estação terminal. Fonte da Câmara da Amadora disse ao DN que o objectivo é "aproveitar uma parte dos terrenos das instalações da Bombardier para aí criar as infra-estruturas necessárias ao avanço do projecto", incluindo um parque de estacionamento de grandes dimensões, que servirá também a estação da CP da Reboleira e a futura estação de metropolitano de Amadora Oeste, cujo concurso encontra-se em fase de consulta pública.
Partindo da Reboleira, as carruagens do eléctrico ligeiro seguirão, depois, em direcção à Falagueira rumo ao Casal de São Brás, subindo a estrada da Serra da Mira. Atravessarão, de seguida, a rotunda com o vulcão de água que ornamenta a Praça Conselho da Europa, passarão junto à urbanização do Casal da Boba, virarão à direita para circular debaixo do túnel que permite o acesso ao Alto da Brandoa e ao Monte da Galega e descerão em direcção ao centro comercial Dolce Vita Tejo, continuando depois até Odivelas.
Apesar das ruas da Amadora não serem largas, o presidente do município garante que as condições morfológicas da cidade não constituem um impeditivo à passagem do metro. "Há espaço para avançarmos com o projecto, até porque este sistema de transporte terá prioridade em relação aos veículos, como acontece nas ruas da Europa que já têm estas vias. Sempre que for necessário, corta-se o trânsito para o eléctrico passar", diz Joaquim Raposo.
Além das autarquias de Amadora e de Odivelas, estão envolvidos no projecto promotores privados dos dois concelhos, com interesses específicos no avanço desta nova linha. A administração do Dolce Vita Tejo, que aquando da apresentação pública do projecto anunciou que este teria uma estação de metropolitano ligeiro que serviria os dois concelhos, está interessada a atrair consumidores para os seus estabelecimentos. Os promotores imobiliários da urbanização da Cometna (Falagueira), também pretendem ver melhorados os transportes na zona.
A ligação de São Brás ao metro e ao comboio na Reboleira facilitará ainda a vida às milhares de pessoas que já residem na freguesia e às que são esperadas na nova urbanização que está a ser construída no Casal de Vila Chã, a poucas centenas de metros. "O traçado que propusemos serve a população dos dois concelhos a norte", sublinha Joaquim Raposo.
Apesar de a abertura do Dolce Vita Tejo - o principal impulsionador do projecto - estar prevista para o final do próximo ano, o novo metro não estará concluído a tempo da inauguração. Neste momento, além do estudo da solução técnica que será adoptada e do tipo de carruagens que serão adquiridas, está a ser elaborado o traçado definitivo da linha. A análise do custo de construção e da viabilidade económica do projecto também ainda não foi concluída.O presidente da Amadora recusa-se a avançar montantes. Diz que a maior parte dos "alguns milhões" necessários será suportada por "financiamento essencialmente privado". Segundo o autarca, a Metro de Madrid e a Caja Madrid mostraram interesse em investir no projecto. Nos próximos meses, deverão ser agendadas reuniões com responsáveis do Governo no sentido de "garantir algum apoio público" para a obra.
Fonte: Diário de Notícias, 24-05-2007
Partindo da Reboleira, as carruagens do eléctrico ligeiro seguirão, depois, em direcção à Falagueira rumo ao Casal de São Brás, subindo a estrada da Serra da Mira. Atravessarão, de seguida, a rotunda com o vulcão de água que ornamenta a Praça Conselho da Europa, passarão junto à urbanização do Casal da Boba, virarão à direita para circular debaixo do túnel que permite o acesso ao Alto da Brandoa e ao Monte da Galega e descerão em direcção ao centro comercial Dolce Vita Tejo, continuando depois até Odivelas.
Apesar das ruas da Amadora não serem largas, o presidente do município garante que as condições morfológicas da cidade não constituem um impeditivo à passagem do metro. "Há espaço para avançarmos com o projecto, até porque este sistema de transporte terá prioridade em relação aos veículos, como acontece nas ruas da Europa que já têm estas vias. Sempre que for necessário, corta-se o trânsito para o eléctrico passar", diz Joaquim Raposo.
Além das autarquias de Amadora e de Odivelas, estão envolvidos no projecto promotores privados dos dois concelhos, com interesses específicos no avanço desta nova linha. A administração do Dolce Vita Tejo, que aquando da apresentação pública do projecto anunciou que este teria uma estação de metropolitano ligeiro que serviria os dois concelhos, está interessada a atrair consumidores para os seus estabelecimentos. Os promotores imobiliários da urbanização da Cometna (Falagueira), também pretendem ver melhorados os transportes na zona.
A ligação de São Brás ao metro e ao comboio na Reboleira facilitará ainda a vida às milhares de pessoas que já residem na freguesia e às que são esperadas na nova urbanização que está a ser construída no Casal de Vila Chã, a poucas centenas de metros. "O traçado que propusemos serve a população dos dois concelhos a norte", sublinha Joaquim Raposo.
Apesar de a abertura do Dolce Vita Tejo - o principal impulsionador do projecto - estar prevista para o final do próximo ano, o novo metro não estará concluído a tempo da inauguração. Neste momento, além do estudo da solução técnica que será adoptada e do tipo de carruagens que serão adquiridas, está a ser elaborado o traçado definitivo da linha. A análise do custo de construção e da viabilidade económica do projecto também ainda não foi concluída.O presidente da Amadora recusa-se a avançar montantes. Diz que a maior parte dos "alguns milhões" necessários será suportada por "financiamento essencialmente privado". Segundo o autarca, a Metro de Madrid e a Caja Madrid mostraram interesse em investir no projecto. Nos próximos meses, deverão ser agendadas reuniões com responsáveis do Governo no sentido de "garantir algum apoio público" para a obra.
Fonte: Diário de Notícias, 24-05-2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Dolce Vita Tejo em 2009?
Segundo a informação mais recente que encontrei na internet, o Dolce Vita Tejo abre algures em 2009. A sua abertura já foi várias vezes adiada, visto que a "primeira abertura" seria no primeiro semestre de 2007. Mas como dizem as más linguas, a sua abertura tem sido sucessivamente adiada, porque o governo ainda não tinha resolvido os problemas associados à conclusão da CRIL/IC17 e da IC16. Veremos se será em 2009!
O Dolce Vita Tejo ficará, aproximadamente, a 2,5 kms de Vila Chã.
Em abaixo poderão ver o video sobre o empreendimento que está a ser construído.
O Dolce Vita Tejo ficará, aproximadamente, a 2,5 kms de Vila Chã.
Em abaixo poderão ver o video sobre o empreendimento que está a ser construído.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Câmara da Amadora suspendeu concurso para construção do metro de superfície
"A lei existe, mas não está regulamentada. O Governo tem que dizer, por exemplo, quais os critérios para poder haver transportes públicos municipais, se pode haver limites de anos, se pode haver concessões. Isto para não corrermos o risco de avançar com o Metrobus e depois não se poder utilizar”, explicou.
O vereador admitiu também que a suspensão pelo Governo das novas parcerias público-privadas é outra das razões para esta suspensão do Metrobus.
O projecto Metrobus foi anunciado em Setembro de 2010 e consistia na utilização de veículos eléctricos com várias carruagens a circular nas estradas, em vez de carris, uma vez que as suas rodas seriam de borracha.
A autarquia da Amadora pretendia ligar a partir de 2013 o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, com um percurso que iria atravessar as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa, numa extensão de cerca de sete quilómetros.
O concurso para a construção estava, segundo o vereador, em fase de lançamento.
Gabriel Oliveira explicou que o facto de a lei não estar regulamentada poderia levar a autarquia a “entrar em processos complicados de indemnizações com as operadoras” que actualmente servem o município.
O vereador criticou ainda as “constantes” alterações à legislação na área dos transportes: “Não conseguimos acompanhar a legislação que está em vigor. Não podemos correr o risco de ter uma solução, que é cara, e que só pode avançar se a legislação não estiver a ser alterada todos os dias”.
O vereador considerou que este modelo de transporte nas áreas urbanas é uma solução que “mais tarde ou mais cedo o Governo vai ter que adoptar”, uma vez que se trata de uma solução mais económica se comparada com o metropolitano.
“Cada quilómetro de metropolitano custa à volta de 50 milhões de euros. Este custa 500 mil. Isto sem esquecer o custo das estações, uma vez que no metro de superfície limitam-se a ser abrigos de autocarro, enquanto que no metropolitano custam trinta milhões”, disse.
Numa primeira fase do projecto, que custaria cerca de cinco milhões de euros, a maior parte do investimento ficaria a cargo da Chamartín, já que a empresa que detém o Dolce Vita Tejo iria financiar 4,45 milhões de euros da obra.
Numa segunda fase do MetroBus, estava previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros.
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Fonte: Público, 27-01-2012
O vereador admitiu também que a suspensão pelo Governo das novas parcerias público-privadas é outra das razões para esta suspensão do Metrobus.
O projecto Metrobus foi anunciado em Setembro de 2010 e consistia na utilização de veículos eléctricos com várias carruagens a circular nas estradas, em vez de carris, uma vez que as suas rodas seriam de borracha.
A autarquia da Amadora pretendia ligar a partir de 2013 o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, com um percurso que iria atravessar as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa, numa extensão de cerca de sete quilómetros.
O concurso para a construção estava, segundo o vereador, em fase de lançamento.
Gabriel Oliveira explicou que o facto de a lei não estar regulamentada poderia levar a autarquia a “entrar em processos complicados de indemnizações com as operadoras” que actualmente servem o município.
O vereador criticou ainda as “constantes” alterações à legislação na área dos transportes: “Não conseguimos acompanhar a legislação que está em vigor. Não podemos correr o risco de ter uma solução, que é cara, e que só pode avançar se a legislação não estiver a ser alterada todos os dias”.
O vereador considerou que este modelo de transporte nas áreas urbanas é uma solução que “mais tarde ou mais cedo o Governo vai ter que adoptar”, uma vez que se trata de uma solução mais económica se comparada com o metropolitano.
“Cada quilómetro de metropolitano custa à volta de 50 milhões de euros. Este custa 500 mil. Isto sem esquecer o custo das estações, uma vez que no metro de superfície limitam-se a ser abrigos de autocarro, enquanto que no metropolitano custam trinta milhões”, disse.
Numa primeira fase do projecto, que custaria cerca de cinco milhões de euros, a maior parte do investimento ficaria a cargo da Chamartín, já que a empresa que detém o Dolce Vita Tejo iria financiar 4,45 milhões de euros da obra.
Numa segunda fase do MetroBus, estava previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros.
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Fonte: Público, 27-01-2012
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Metro só para a Amadora
Está concluído o estudo de implementação do metro ligeiro de superfície na Amadora e, segundo o presidente da câmara, Joaquim Raposo, "já há compromissos financeiros, estando a autarquia a concertar o lançamento da obra com a Secretaria de Estado dos Transportes". Porém, a grande novidade, é que nesta primeira fase, e ao contrário do que tinha sido idealizado pela edilidade, o metro "não vai até Odivelas e Loures", derivado da "dificuldade em arranjar financiamento nessas zonas e pelo constrangimento do traçado, que apresentou alguns problemas".
Ao que o JR apurou, a maior parte do bolo do investimento privado é do grupo Chamartín, que está a construir a norte do concelho o Dolce Vita Tejo, o maior centro comercial da Península Ibérica, e que na apresentação do seu empreendimento havia anunciado que o centro teria uma estação do metro, constituindo um acesso privilegiado para os visitantes. Contudo, Joaquim Raposo não acredita que a linha de metro esteja concluída por altura do Dolce Vita Tejo abrir portas, o que chegou a estar previsto para o final deste ano. "Penso que em Maio de 2009 vamos ter a linha pronta", salienta o edil, referindo ainda que o projecto do interface na Reboleira está também a ser trabalhado. Recorde-se que é na Reboleira que as composições do metro ligeiro partirão em direcção à Falagueira, passando no Casal de São Brás, subindo a estrada da Serra da Mira em direcção ao centro comercial Dolce Vita Tejo, onde a linha deveria continuar até Odivelas.
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Fonte: Jornal da Região, 09-10-2007
Ao que o JR apurou, a maior parte do bolo do investimento privado é do grupo Chamartín, que está a construir a norte do concelho o Dolce Vita Tejo, o maior centro comercial da Península Ibérica, e que na apresentação do seu empreendimento havia anunciado que o centro teria uma estação do metro, constituindo um acesso privilegiado para os visitantes. Contudo, Joaquim Raposo não acredita que a linha de metro esteja concluída por altura do Dolce Vita Tejo abrir portas, o que chegou a estar previsto para o final deste ano. "Penso que em Maio de 2009 vamos ter a linha pronta", salienta o edil, referindo ainda que o projecto do interface na Reboleira está também a ser trabalhado. Recorde-se que é na Reboleira que as composições do metro ligeiro partirão em direcção à Falagueira, passando no Casal de São Brás, subindo a estrada da Serra da Mira em direcção ao centro comercial Dolce Vita Tejo, onde a linha deveria continuar até Odivelas.
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Fonte: Jornal da Região, 09-10-2007
terça-feira, 29 de abril de 2008
Campanha de sensibilização para plantar 9 mil árvores
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores no novo centro comercial na Amadora
O novo centro comercial Dolce Vita Tejo situado na Amadora terá nove mil lugares de estacionamento subterrâneo distribuídos por quatro pisos. Este será o maior centro comercial da Península Ibérica.
Nove mil lugares de estacionamento são mais um convite a uma utilização excessiva do automóvel nesta zona da Amadora e na Grande Lisboa. Teremos mais poluição atmosférica e mais problemas de saúde. Tudo menos uma Dolce Vita (vida doce).
A poluição atmosférica, gerada pelos veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes de um dado lugar, sendo responsável pela deflagração de inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, cancros, entre outros.
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores (uma por cada lugar de estacionamento automóvel) e instalar parques de estacionamento para bicicletas (no formato U invertido).
e-mail: geral@dolcevita.pt
Por favor envie o seu e-mail com conhecimento (Cc) para ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt
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Nota: e-mail enviado pelo blogue "Ambientalistas da Amadora"
O novo centro comercial Dolce Vita Tejo situado na Amadora terá nove mil lugares de estacionamento subterrâneo distribuídos por quatro pisos. Este será o maior centro comercial da Península Ibérica.
Nove mil lugares de estacionamento são mais um convite a uma utilização excessiva do automóvel nesta zona da Amadora e na Grande Lisboa. Teremos mais poluição atmosférica e mais problemas de saúde. Tudo menos uma Dolce Vita (vida doce).
A poluição atmosférica, gerada pelos veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes de um dado lugar, sendo responsável pela deflagração de inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, cancros, entre outros.
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores (uma por cada lugar de estacionamento automóvel) e instalar parques de estacionamento para bicicletas (no formato U invertido).
e-mail: geral@dolcevita.pt
Por favor envie o seu e-mail com conhecimento (Cc) para ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt
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Nota: e-mail enviado pelo blogue "Ambientalistas da Amadora"
sábado, 26 de maio de 2007
Maior 'shopping' da Península
Com data de abertura prevista para o final de 2008, o Dolce Vita Tejo passará a ser o maior centro comercial da Península Ibérica. O novo empreendimento que a Amorim Imobiliária e a ING Real Estate Development estão a construir nas imediações do Casal da Mira, na Brandoa, a escassos metros da Radial da Pontinha, terá uma área bruta locável de 122 mil metros quadrados.
Além de um hipermercado Jumbo, do Grupo Auchan, que ocupará uma área de 23 mil metros quadrados, estará equipado com 280 lojas satélites, 15 lojas âncora, 30 restautantes e uma área com seis mil metros quadrados de "entretenimento inovador", como prometeu Rui Alegre, presidente da comissão executiva da Amorim Imobiliária, aquando da apresentação pública do projecto, em Setembro de 2005.
O parque de estacionamento do futuro espaço comercial, que custará cerca de 200 milhões de euros e criará cinco mil postos de trabalho directos e oito mil indirectos, terá nove mil lugares. "É a primeira vez que se constrói em Portugal um parque com esta dimensão", frisa o executivo.A 8 de Janeiro deste ano, a obra Dolce Vita Tejo foi embargada porque um dos seus acessos estava a ser construído em leito de cheia, mas foi parcialmente desembargada 16 dias depois. - L.B.G. e D.R.
Fonte: Diário de Notícias, 24-05-2007
Além de um hipermercado Jumbo, do Grupo Auchan, que ocupará uma área de 23 mil metros quadrados, estará equipado com 280 lojas satélites, 15 lojas âncora, 30 restautantes e uma área com seis mil metros quadrados de "entretenimento inovador", como prometeu Rui Alegre, presidente da comissão executiva da Amorim Imobiliária, aquando da apresentação pública do projecto, em Setembro de 2005.
O parque de estacionamento do futuro espaço comercial, que custará cerca de 200 milhões de euros e criará cinco mil postos de trabalho directos e oito mil indirectos, terá nove mil lugares. "É a primeira vez que se constrói em Portugal um parque com esta dimensão", frisa o executivo.A 8 de Janeiro deste ano, a obra Dolce Vita Tejo foi embargada porque um dos seus acessos estava a ser construído em leito de cheia, mas foi parcialmente desembargada 16 dias depois. - L.B.G. e D.R.
Fonte: Diário de Notícias, 24-05-2007
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Ligação do Metropolitano de Lisboa à Linha de Sintra da CP na Amadora
(...) É com enorme satisfação que participo hoje, a convite do Senhor Presidente da Câmara Municipal da Amadora, nesta cerimónia que assinala dois acontecimentos que considero de fundamental importância para a mobilidade no concelho da Amadora e da Área Metropolitana de Lisboa:
-Em primeiro lugar, o lançamento do Concurso Público Internacional de concepção/construção do prolongamento da Linha Azul da estação da Amadora Este à estação da Reboleira; e
-Em segundo lugar, o anúncio do lançamento de uma linha de transporte colectivo em sítio próprio no concelho da Amadora, ligando numa primeira fase a estação da Reboleira e Amadora Este ao empreendimento Dolce Vita Tejo.
Estes dois investimentos são da maior importância porque inserem-se na estratégia de utilização dos transportes públicos como alternativa à crescente utilização do automóvel. (...)
Hoje assinalamos, como já tive oportunidade de referir, o lançamento do Concurso Público Internacional de concepção e construção do prolongamento da Linha Azul da estação de Amadora Este à estação da Reboleira.
Trata-se da extensão da Linha Azul à estação Reboleira, com a criação nesta última de uma nova interface com o caminho-de-ferro para reforço da complementaridade do sistema de transportes. (...)
A promoção da utilização do transporte público e o reforço da intermodalidade estão precisamente na base da criação de um nova linha de transporte colectivo em sítio próprio no interior do concelho da Amadora.
A operação será efectuada por veículos comummente designados por «metro ligeiro sobre pneus» ou «mega-trolleybus», que utilizarão a infra-estrutura rodoviária já existente, apresentando por isso poupanças significativas ao nível do investimento em infra-estruturas.
Por outro lado, a implementação da linha, operada por estes veículos modernos e não poluentes tem também o objectivo de reabilitar a imagem do transporte por autocarro, neste caso beneficiando das vantagens da tracção eléctrica e da operação em via dedicada e com prioridade absoluta nos semáforos, o que lhes deverá conferir alguma vantagem competitiva relativamente ao transporte individual.
Esta nova linha de transporte colectivo integra-se na política de transportes do Governo que reconhece grandes potencialidades dos modos de transporte colectivos de superfície, enquanto elementos que permitem a articulação das redes pesadas de transportes e as redes de distribuição de proximidade, permitindo igualmente configurar soluções que satisfaçam integralmente as cadeias de mobilidade.
Numa primeira fase, esta nova linha ligará a estação de Amadora Este e a estação da Reboleira ao empreendimento comercial Dolce Vita Tejo num troço com cerca de 7 km.
Em fase posterior, será estudado o prolongamento até às estações de Odivelas e Senhor Roubado no concelho de Odivelas, concretizando, desta forma, através de uma circular, a amarração aos modos de Transporte Público Pesados: metropolitano e caminho-de-ferro. (...)
Fonte: Portal do Governo, 03-01-2008
-Em primeiro lugar, o lançamento do Concurso Público Internacional de concepção/construção do prolongamento da Linha Azul da estação da Amadora Este à estação da Reboleira; e
-Em segundo lugar, o anúncio do lançamento de uma linha de transporte colectivo em sítio próprio no concelho da Amadora, ligando numa primeira fase a estação da Reboleira e Amadora Este ao empreendimento Dolce Vita Tejo.
Estes dois investimentos são da maior importância porque inserem-se na estratégia de utilização dos transportes públicos como alternativa à crescente utilização do automóvel. (...)
Hoje assinalamos, como já tive oportunidade de referir, o lançamento do Concurso Público Internacional de concepção e construção do prolongamento da Linha Azul da estação de Amadora Este à estação da Reboleira.
Trata-se da extensão da Linha Azul à estação Reboleira, com a criação nesta última de uma nova interface com o caminho-de-ferro para reforço da complementaridade do sistema de transportes. (...)
A promoção da utilização do transporte público e o reforço da intermodalidade estão precisamente na base da criação de um nova linha de transporte colectivo em sítio próprio no interior do concelho da Amadora.
A operação será efectuada por veículos comummente designados por «metro ligeiro sobre pneus» ou «mega-trolleybus», que utilizarão a infra-estrutura rodoviária já existente, apresentando por isso poupanças significativas ao nível do investimento em infra-estruturas.
Por outro lado, a implementação da linha, operada por estes veículos modernos e não poluentes tem também o objectivo de reabilitar a imagem do transporte por autocarro, neste caso beneficiando das vantagens da tracção eléctrica e da operação em via dedicada e com prioridade absoluta nos semáforos, o que lhes deverá conferir alguma vantagem competitiva relativamente ao transporte individual.
Esta nova linha de transporte colectivo integra-se na política de transportes do Governo que reconhece grandes potencialidades dos modos de transporte colectivos de superfície, enquanto elementos que permitem a articulação das redes pesadas de transportes e as redes de distribuição de proximidade, permitindo igualmente configurar soluções que satisfaçam integralmente as cadeias de mobilidade.
Numa primeira fase, esta nova linha ligará a estação de Amadora Este e a estação da Reboleira ao empreendimento comercial Dolce Vita Tejo num troço com cerca de 7 km.
Em fase posterior, será estudado o prolongamento até às estações de Odivelas e Senhor Roubado no concelho de Odivelas, concretizando, desta forma, através de uma circular, a amarração aos modos de Transporte Público Pesados: metropolitano e caminho-de-ferro. (...)
Fonte: Portal do Governo, 03-01-2008
domingo, 4 de maio de 2008
Faltam 12 meses para a abertura do Dolce Vita Tejo
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Construção do Dolce Vita Tejo em velocidade de cruzeiro
Hoje de manhã tive a oportunidade de tirar uma fotografia com o telemóvel do Dolce Vita Tejo em plena azafama. De facto já muito se fez mas ainda há muito a fazer, até porque a sua inauguração já é em 2009, segundo se consta na imprensa. Recordo-me de ouvir falar ou ter lido, não sei bem, que a inauguração era para ter sido em 2007, depois em 2008 e agora, como já disse, em 2009. Acredito que será desta, se pelo menos o IC16 ficar concluído para o ano.
Anseio pela conclusão do centro comercial, não por este mas sim pelos acessos que vai proporcionar a Vila Chã e ao norte do município.
Anseio pela conclusão do centro comercial, não por este mas sim pelos acessos que vai proporcionar a Vila Chã e ao norte do município.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Parque Kidzania dinamiza Dolce Vita Tejo
A Chamartin Imobiliária traz para Portugal o conceito dos parques temáticos Kidzania. Será instalado no Dolce Vita Tejo, que tem abertura agendada para o segundo trimestre de 2009 e representa um investimento de 15 milhões de euros.
Estes parques temáticos permitem às crianças, com idades entre os três e os 14 anos, explorar o mundo real, através do conceito de "brincar aos adultos", explica a empresa. Através de um ambiente "altamente realista", simula -se a vida dos adultos, numa cidade construída à escala dos mais novos, onde as crianças podem desempenhar mais de 60 profissões diferentes.
É possível fazer o check-in no aeroporto, efectuar uma cirurgia na sala de operações, conduzir um carro de bombeiros ou participar num julgamento como juiz, advogado ou testemunha, entre muitas outras actividades, lista cidade de dimensão infantil possui também uma moeda única: os kidzos. Permitindo as crianças gerir o seu próprio dinheiro. Desta forma alia-se o entretenimento ao conhecimento, proporcionando conteúdos "alinhados com os programas escolares", que ajudam os mais novos "a compreender o mundo que os rodeia".
As várias actividades, desenhadas por educadores e pedagogos, procuram suscitar nas crianças valores, tais como a independência, a liderança, a auto-estima. a criatividade, a cooperação e o espírito de equipa.
Segundo Jaime Lopes, CEO da Chamartin Imobiliária, o parque temático Kidzania Lisboa "apresenta-se como um projecto único e inovador" e "em sintonia com as novas tendências do entretenimento mundial". Realçando que Portugal será "o primeiro país da Europa a desenvolver este tipo de parque", o responsável da empresa sublinha ainda a associação da componente lúdica à vertente pedagógica e educativa que permite complementar "o papel das escolas, professores e pais junto das crianças" e contribuir "para a promoção do desenvolvimento harmonioso da criança".
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Fonte: Chamartín Imobiliária / Arquitecturas, 01-02-2008
Mais informações em KidZania Portugal
Estes parques temáticos permitem às crianças, com idades entre os três e os 14 anos, explorar o mundo real, através do conceito de "brincar aos adultos", explica a empresa. Através de um ambiente "altamente realista", simula -se a vida dos adultos, numa cidade construída à escala dos mais novos, onde as crianças podem desempenhar mais de 60 profissões diferentes.
É possível fazer o check-in no aeroporto, efectuar uma cirurgia na sala de operações, conduzir um carro de bombeiros ou participar num julgamento como juiz, advogado ou testemunha, entre muitas outras actividades, lista cidade de dimensão infantil possui também uma moeda única: os kidzos. Permitindo as crianças gerir o seu próprio dinheiro. Desta forma alia-se o entretenimento ao conhecimento, proporcionando conteúdos "alinhados com os programas escolares", que ajudam os mais novos "a compreender o mundo que os rodeia".
As várias actividades, desenhadas por educadores e pedagogos, procuram suscitar nas crianças valores, tais como a independência, a liderança, a auto-estima. a criatividade, a cooperação e o espírito de equipa.
Segundo Jaime Lopes, CEO da Chamartin Imobiliária, o parque temático Kidzania Lisboa "apresenta-se como um projecto único e inovador" e "em sintonia com as novas tendências do entretenimento mundial". Realçando que Portugal será "o primeiro país da Europa a desenvolver este tipo de parque", o responsável da empresa sublinha ainda a associação da componente lúdica à vertente pedagógica e educativa que permite complementar "o papel das escolas, professores e pais junto das crianças" e contribuir "para a promoção do desenvolvimento harmonioso da criança".
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Fonte: Chamartín Imobiliária / Arquitecturas, 01-02-2008
Mais informações em KidZania Portugal
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Amadora e Odivelas ligação por metro de superfície
Composições com capacidade para 120 pessoas vão ligar duas estações do Metropolitano de Lisboa, incentivando o uso dos transportes públicos.
A futura estação de metro da Reboleira e a do Senhor Roubado deverão ficar ligadas por um metro ligeiro de superfície (MLS) dentro de cinco anos, um projecto das câmaras de Amadora e Odivelas, em parceria com empresas imobiliárias, orçado entre 75 e 100 milhões de euros.
O anúncio foi anteontem feito aos jornalistas pelo vereador dos Transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, à margem da IV Assembleia Municipal Jovem daquele concelho.
Sem avançar pormenores, Gabriel Oliveira explicou que o projecto, apresentado durante o Governo de Durão Barroso, de uma linha de MLS que ligasse Algés, em Oeiras, a Loures "caiu" e que as autarquias de Amadora e Odivelas, ambas socialistas, decidiram avançar "sozinhas" com um outro projecto a realizar em parceria com dois grupos privados: a Chamartín Imobiliária - que está a construir na Amadora o centro comercial Dolce Vita Tejo - e a empresa do sector imobiliário Lusocapital, que, em parceria com a Câmara de Odivelas, vai erguer em Famões, até 2010, um parque de ciência e tecnologia que combina espaços universitários, desportivos e empresariais com áreas residenciais e comerciais.
O projecto, em estudo há cerca de um ano, pretende ligar a futura estação de metro da Reboleira (Linha Azul), na Amadora, à do Senhor Roubado (Linha Amarela), em Odivelas.
O MLS irá ainda ter uma estação no Dolce Vita Tejo, no Casal da Mira, e no parque de ciência e tecnologia do concelho vizinho.
Gabriel Oliveira disse ainda que "a ideia" é que o MLS se estenda até Loures e que "se Lisboa quiser entrar é bem-vinda". "Trata-se de uma tecnologia que não existe em Portugal.
É um híbrido. Completamente não poluente e eléctrico. Um transporte pesado em que cada composição leva cerca de 120 pessoas", explicou.
Fonte: Público, 18-05-2007
A futura estação de metro da Reboleira e a do Senhor Roubado deverão ficar ligadas por um metro ligeiro de superfície (MLS) dentro de cinco anos, um projecto das câmaras de Amadora e Odivelas, em parceria com empresas imobiliárias, orçado entre 75 e 100 milhões de euros.
O anúncio foi anteontem feito aos jornalistas pelo vereador dos Transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, à margem da IV Assembleia Municipal Jovem daquele concelho.
Sem avançar pormenores, Gabriel Oliveira explicou que o projecto, apresentado durante o Governo de Durão Barroso, de uma linha de MLS que ligasse Algés, em Oeiras, a Loures "caiu" e que as autarquias de Amadora e Odivelas, ambas socialistas, decidiram avançar "sozinhas" com um outro projecto a realizar em parceria com dois grupos privados: a Chamartín Imobiliária - que está a construir na Amadora o centro comercial Dolce Vita Tejo - e a empresa do sector imobiliário Lusocapital, que, em parceria com a Câmara de Odivelas, vai erguer em Famões, até 2010, um parque de ciência e tecnologia que combina espaços universitários, desportivos e empresariais com áreas residenciais e comerciais.
O projecto, em estudo há cerca de um ano, pretende ligar a futura estação de metro da Reboleira (Linha Azul), na Amadora, à do Senhor Roubado (Linha Amarela), em Odivelas.
O MLS irá ainda ter uma estação no Dolce Vita Tejo, no Casal da Mira, e no parque de ciência e tecnologia do concelho vizinho.
Gabriel Oliveira disse ainda que "a ideia" é que o MLS se estenda até Loures e que "se Lisboa quiser entrar é bem-vinda". "Trata-se de uma tecnologia que não existe em Portugal.
É um híbrido. Completamente não poluente e eléctrico. Um transporte pesado em que cada composição leva cerca de 120 pessoas", explicou.
Fonte: Público, 18-05-2007
domingo, 27 de maio de 2007
Metro de superfície em análise
Dentro de poucos anos, a Reboleira poderá vir a ter uma das maiores interfaces de transportes da Área Metropolitana de Lisboa. Já servida pelo comboio, a freguesia vai receber a terceira estação de metropolitano do concelho, através da ligação entre a Falagueira e a actual estação de comboios (num projecto cujo estudo de impacte ambiental já está em discussão), e pode vir a ser o local de onde partirá o metro ligeiro de superfície. Depois de o Governo ter anunciado, há vários anos, que este meio de transporte não poluente ligaria Algés (Oeiras) a Loures, passando pela Amadora e por Odivelas, tal projecto nunca passou das intenções. Porém,as câmaras da Amadora e Odivelas decidiram agora avançar. "O primeiro projecto era promovido pelo Governo através da CP,Metropolitano, Carris e das câmaras municipais. Mas não está previsto que avance nos próximos anos", lamenta Joaquim Raposo, presidente da Câmara da Amadora.
Por isso, Amadora e Odivelas já encomendaram um estudo a uma empresa externa, tendo em vista o apuramento do investimento necessário e o traçado ideal. Sem datas e orçamentos definidos, a grande novidade neste projecto passa pelas garantias de financiamento, na sua maior parte, por parte de empresas privadas. Uma dessas parcerias vem do Grupo Amorim, que está a construir, a norte do concelho, o centro comercial Dolce Vita Tejo. Por altura da apresentação à comunicação social da futura área comercial, os responsáveis apresentavam uma estação do metro de superfície no interior do centro como uma das mais-valias do empreendimento. De resto, esta participação é confirmada pelo edil. "O Dolce Vita Tejo é um dos promotores, bem como um outro promotor imobiliário do concelho de Odivelas", explica, referindo-se aos terrenos da COMETNA, em Famões, onde se vai desenvolver um empreendimento misto de habitação, actividades terciárias e um pólo tecnológico. "São dois motores a puxar", salienta. "Tivemos também a disponibilidade do metro de Madrid, para fazer uma parceria, e da Caixa Madrilena, para operar e financiar neste projecto", acrescenta. "Estamos a tratar do nosso concelho", justifica Joaquim Raposo.
Para o edil, este novo meio de transporte, não poluente, "não serve só para chegar de um ponto ao outro. É preciso que apanhe pessoas. Por isso, a ligação ao norte do concelho vai ser muito importante. É este metro que vai servir a Amadora", justifica. Daí que, no concelho, as freguesias da Reboleira, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa sejam pontos de paragem do futuro metro de superfície, cujas composições, semelhantes às que já circulam em Almada, terão capacidade para entre 120 a 240 passageiros.
Questionado sobre se as ruas do concelho estão preparadas para receber este tipo de transporte, Joaquim Raposo garante que não haverá problemas. "Há espaço canal porque este sistema vai ter prioridade sobre os veículos", justifica.
O futuro metro ligeiro de superfície vai "utilizar tecnologia que não existe em Portugal, e que mesmo no resto da Europa só existe em três países: um veículo híbrido, eléctrico, completamente não poluente, que tem a facilidade de um autocarro e a qualidade do metro", explicou Gabriel Oliveira, vereador responsável pelo pelouro dos transportes.O vereador adiantou ainda que a nova linha deverá ser posteriormente estendida ao concelho de Loures e poderá também fazer a ligação entre as linhas Azul e Amarela do Metropolitano de Lisboa, através das estações Amadora Este e Senhor Roubado, respectivamente.
Contactado pelo JR, o presidente da Câmara de Oeiras, uma das autarquias que iria beneficiar com o primeiro projecto do Governo, diz não estar preocupado com as intenções de Amadora e Odivelas. "Acho que fazem muito bem, porque nestes anos todos não se fez nada", explica Isaltino Morais. O edil vizinho defende o prolongamento do SATUO , que apenas funciona entre Paço de Arcos e o Oeiras Parque, como prioridade, "mas lá mais para o final do ano". "Quando a Câmara de Lisboa estiver em pleno exercício, vou reunir com Lisboa e Amadora para avançarmos com um projecto semelhante entre Algés, Buraca e Pontinha", acrescenta o autarca.
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Fonte: Jornal da Região, 22-05-2007
Por isso, Amadora e Odivelas já encomendaram um estudo a uma empresa externa, tendo em vista o apuramento do investimento necessário e o traçado ideal. Sem datas e orçamentos definidos, a grande novidade neste projecto passa pelas garantias de financiamento, na sua maior parte, por parte de empresas privadas. Uma dessas parcerias vem do Grupo Amorim, que está a construir, a norte do concelho, o centro comercial Dolce Vita Tejo. Por altura da apresentação à comunicação social da futura área comercial, os responsáveis apresentavam uma estação do metro de superfície no interior do centro como uma das mais-valias do empreendimento. De resto, esta participação é confirmada pelo edil. "O Dolce Vita Tejo é um dos promotores, bem como um outro promotor imobiliário do concelho de Odivelas", explica, referindo-se aos terrenos da COMETNA, em Famões, onde se vai desenvolver um empreendimento misto de habitação, actividades terciárias e um pólo tecnológico. "São dois motores a puxar", salienta. "Tivemos também a disponibilidade do metro de Madrid, para fazer uma parceria, e da Caixa Madrilena, para operar e financiar neste projecto", acrescenta. "Estamos a tratar do nosso concelho", justifica Joaquim Raposo.
Para o edil, este novo meio de transporte, não poluente, "não serve só para chegar de um ponto ao outro. É preciso que apanhe pessoas. Por isso, a ligação ao norte do concelho vai ser muito importante. É este metro que vai servir a Amadora", justifica. Daí que, no concelho, as freguesias da Reboleira, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa sejam pontos de paragem do futuro metro de superfície, cujas composições, semelhantes às que já circulam em Almada, terão capacidade para entre 120 a 240 passageiros.
Questionado sobre se as ruas do concelho estão preparadas para receber este tipo de transporte, Joaquim Raposo garante que não haverá problemas. "Há espaço canal porque este sistema vai ter prioridade sobre os veículos", justifica.
O futuro metro ligeiro de superfície vai "utilizar tecnologia que não existe em Portugal, e que mesmo no resto da Europa só existe em três países: um veículo híbrido, eléctrico, completamente não poluente, que tem a facilidade de um autocarro e a qualidade do metro", explicou Gabriel Oliveira, vereador responsável pelo pelouro dos transportes.O vereador adiantou ainda que a nova linha deverá ser posteriormente estendida ao concelho de Loures e poderá também fazer a ligação entre as linhas Azul e Amarela do Metropolitano de Lisboa, através das estações Amadora Este e Senhor Roubado, respectivamente.
Contactado pelo JR, o presidente da Câmara de Oeiras, uma das autarquias que iria beneficiar com o primeiro projecto do Governo, diz não estar preocupado com as intenções de Amadora e Odivelas. "Acho que fazem muito bem, porque nestes anos todos não se fez nada", explica Isaltino Morais. O edil vizinho defende o prolongamento do SATUO , que apenas funciona entre Paço de Arcos e o Oeiras Parque, como prioridade, "mas lá mais para o final do ano". "Quando a Câmara de Lisboa estiver em pleno exercício, vou reunir com Lisboa e Amadora para avançarmos com um projecto semelhante entre Algés, Buraca e Pontinha", acrescenta o autarca.
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Fonte: Jornal da Região, 22-05-2007
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
O maior centro comercial do país vai crescer ainda mais e criar 1000 novos empregos
O Dolce Vita Tejo, localizado entre a Amadora e Odivelas, foi vendido a um fundo de investimento britânico, o Eurofund Investments, e vai ser transformado num shopping resort, uma expansão que deverá permitir a criação de cerca de mil novos postos de trabalho, segundo apurou o Expresso junto de fonte oficial ligada ao processo.
Os novos proprietários têm previsto um investimento da ordem dos 70 milhões de euros, adiantou a mesma fonte.
Este investimento, segundo apurou o Expresso, irá consolidar os mais de 3000 postos de trabalho existentes e irá permitir a criação adicional de mais 1000 empregos.
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Fonte: Expresso, 24-11-2014
Mais informação em:
Eurofund Investments adquire Dolce Vita Tejo e vai investir 70 milhões
Os novos proprietários têm previsto um investimento da ordem dos 70 milhões de euros, adiantou a mesma fonte.
Este investimento, segundo apurou o Expresso, irá consolidar os mais de 3000 postos de trabalho existentes e irá permitir a criação adicional de mais 1000 empregos.
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Fonte: Expresso, 24-11-2014
Mais informação em:
Eurofund Investments adquire Dolce Vita Tejo e vai investir 70 milhões
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Centro comercial na Amadora cria 5000 empregos
Faltam 100 dias para ser inaugurado o Dolce Vita Tejo e já tem 96% das lojas comercializadas.
O maior centro comercial do país vai criar 5000 postos de trabalho directos. O Dolce Vita Tejo fica no concelho da Amadora, junto ao IC16, entre a CRIL e a CREL.
A inauguração está prevista para o dia 7 de Maio. Este centro comercial, que começou a ser construído pela Amorim Imobiliária, acabou por ser comprado pelos espanhóis da Chamartín Imobiliária, que agora se prepara para terminar a obra.
Terá mais de 120 mil metros quadrados de área comercial e de serviços. Ficará com 294 lojas e, em anexo, um edifício de escritórios com 15 mil metros quadrados. Será servido por 30 restaurantes e irá dispor de 9000 lugares de estacionamento gratuito.
As 11 salas de cinema que integram o empreendimento podem acolher até 3000 espectadores.
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Fonte: Expresso, 28-01-2009
O maior centro comercial do país vai criar 5000 postos de trabalho directos. O Dolce Vita Tejo fica no concelho da Amadora, junto ao IC16, entre a CRIL e a CREL.
A inauguração está prevista para o dia 7 de Maio. Este centro comercial, que começou a ser construído pela Amorim Imobiliária, acabou por ser comprado pelos espanhóis da Chamartín Imobiliária, que agora se prepara para terminar a obra.
Terá mais de 120 mil metros quadrados de área comercial e de serviços. Ficará com 294 lojas e, em anexo, um edifício de escritórios com 15 mil metros quadrados. Será servido por 30 restaurantes e irá dispor de 9000 lugares de estacionamento gratuito.
As 11 salas de cinema que integram o empreendimento podem acolher até 3000 espectadores.
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Fonte: Expresso, 28-01-2009
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Vila Chã vai receber Divisão da PSP da Amadora
Está definitivamente confirmada a localização da futura esquadra da PSP que vai albergar a redimensionada Divisão da Amadora desta força de segurança. A Câmara da Amadora já havia disponibilizado um terreno de cinco mil metros quadrados em Vila Chã, na freguesia da Mina, e a construção do equipamento era uma reivindicação muito antiga da autarquia junto do Ministério da Administração Interna. "O projecto da esquadra está já a ser feito e a construção vai ser financiada pela Chamartín, empresa que está a construir a norte do concelho o centro comercial Dolce Vita Tejo", revela Joaquim Raposo, presidente da Câmara. A esquadra terá 2500 metros quadrados de área de construção e vai concentrar num só espaço todas as brigadas especiais da PSP. "Tendo em vista esta nova Divisão, a Amadora já foi reforçada com 150 novos agentes da polícia", acrescenta.
A esquadra, que deverá estar pronta até Março de 2009, altura em que está prevista também a inauguração do centro comercial, vai ser construída num terreno defronte à escola e às instalações da EDP, junto à Praça Pedro Álvares Cabral.
Para reforçar ainda mais a segurança na zona norte do concelho, a empresa Chamartín também vai criar uma pequena esquadra dentro do próprio centro comercial, "também destinada a prestar serviço no exterior", revela o edil. Uma mais-valia, já que o Dolce Vita Tejo se encontra a poucas centenas de metros do bairro de realojamento Casal da Mira, onde a autarquia havia reservado uma loja para instalar um posto de atendimento da PSP.
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Fonte: Jornal da Região, 05-02-2008
A esquadra, que deverá estar pronta até Março de 2009, altura em que está prevista também a inauguração do centro comercial, vai ser construída num terreno defronte à escola e às instalações da EDP, junto à Praça Pedro Álvares Cabral.
Para reforçar ainda mais a segurança na zona norte do concelho, a empresa Chamartín também vai criar uma pequena esquadra dentro do próprio centro comercial, "também destinada a prestar serviço no exterior", revela o edil. Uma mais-valia, já que o Dolce Vita Tejo se encontra a poucas centenas de metros do bairro de realojamento Casal da Mira, onde a autarquia havia reservado uma loja para instalar um posto de atendimento da PSP.
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Fonte: Jornal da Região, 05-02-2008
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