
Horário da carreira 135
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Henrique Campos foi um realizador de cinema e actor português nascido a 9 de Fevereiro de 1909, em Santarém, e falecido a 18 de Dezembro de 1983, em Lisboa.
Em 1931, ingressou na companhia de Alves da Cunha, estreando-se na peça Um Bragança. Tendo feito carreira teatral com algum êxito, foi como actor que entrou no cinema, salientando-se a sua participação em Os Fidalgos da Casa Mourisca (1938), onde desempenhou o papel de Clemente. Adquirindo conhecimentos técnicos em Espanha, lançou-se como realizador com Um Homem do Ribatejo, que estreou em 1946. Entre o final dessa década e o ano de 1972, realizou numerosas longas-metragens como Ribatejo (1949), Cantiga da Rua (1949), Rosa de Alfama (1953), Perdeu-se um Marido (1957), A Canção da Saudade (1964), Pão, Amor e Totobola (1964), O Ladrão de Quem se Fala (1969), A Maluquinha da Arroios (1970) e Os Touros de Mary Foster (1972).
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Fonte: Infopédia
Artur Francisco da Cunha Semedo (Arronches, Portalegre, 2 de Novembro de 1924 — Lisboa, 8 de Fevereiro de 2001) foi um cineasta e actor português.
Conclui o liceu em Portalegre, transferindo-se para Lisboa onde é aluno do Colégio Militar (1936). Frequenta o Curso de Biologia da Universidade de Coimbra, acabando por ingressar no Conservatório Nacional de Teatro (1949) onde lhe é atribuído o Prémio Eduardo Brazão. Actor, empresário teatral, realizador e produtor televisivo, foi homenageado pela Sociedade Portuguesa de Autores em 2002, a título póstumo.
Participou em filmes como Os Saltimbacos (1951) e Nazaré (1952) de Manuel Guimarães; Duas Causas (1953), Vidas sem Rumo (1956), Perdeu-se um Marido (1957) e A Maluquinha de Arroios (1970) de Henrique Campos; Chaimite (1953) de Jorge Brum do Canto; Sofia e Educação Sexual (1974), O Funeral do Patrão (1976) e Saudades para D. Genciana (1986) de Eduardo Geada; A Confederação (1978) de Luís Galvão Teles; O Estado das Coisas (1982) de Wim Wenders; A Estrangeira (1983) de João Mário Grilo; Rosa de Areia (1989) de António Reis e Margarida Cordeiro; No Dia dos Meus Anos (1992) de João Botelho.
Na televisão integrou o elenco de variadas sitcoms e séries (1987 - Humor de Perdição, 1980 - Le Comte de Monte-Cristo e Retalhos da Vida de Um Médico, 1961 - As Aventuras de Eva, 1960 - A Lena e o Carlos).
Cineasta, realizou mais de cinco longas-metragens (1991 - Um Crime de Luxo, 1987 - O Querido Lilás, 1986 - O Barão de Altamira, 1978 - O Rei das Berlengas, 1974 - Malteses, Burgueses e às Vezes..., 1956 - O Dinheiro dos Pobres).
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Fonte: Wikipédia
António Lopes Ribeiro (Lisboa, 16 de Abril de 1908 — Lisboa, 14 de Abril de 1995) foi um cineasta português.
Irmão do actor Ribeirinho, começou por se dedicar à crítica cinematográfica, actividade a que se dedicou a partir dos 17 anos de idade, no jornal Diário de Lisboa, e no exercício da qual fundou diversas revistas dedicadas à crítica de cinema. Três anos mais tarde, estreia-se como realizador com o documentário Bailando ao Sol (1928).
De 1940 a 1970, parte da sua obra cinematográfica é dedicada aos actos oficiais do Estado Novo, sendo por isso chamado de "cineasta do regime". Alguns exemplos desta faceta de Lopes Ribeiro são A Revolução de Maio (1937), o Feitiço do Império (1940) ou Manifestação Nacional a Salazar (1941).
Para além destas duas actividades, António Lopes Ribeiro demarcou-se como produtor de cinema (fundador das Produções Lopes Ribeiro), jornalista, argumentista, profissional de televisão (como apresentador do programa Museu do Cinema, na RTP, nos anos 60), da rádio e figura do teatro.
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Fonte: Wikipédia
António Ribeiro, conhecido por "O Chiado" ou "O Poeta Chiado" (Évora, 1520 (?) - Lisboa, 1591)
Foi um poeta jocoso e sátiro do século XVI, contemporâneo de Luís Vaz de Camões. Era conhecido como Chiado (o poeta) por ter morado muitos anos no Chiado, em Lisboa, na rua assim chamada já naquele século, que no século XIX mudaria para Rua Almeida Garrett, nome que conserva até hoje.
Nasceu em Évora, num meio humilde. Professou na Ordem dos Franciscanos, na sua cidade natal, até ter optado por abandonar a vida de clausura. De Évora parte para Lisboa, onde o seu talento com as palavras o torna conhecido na zona lisboeta do Chiado. Segundo as descrições, seguiu uma vida de celibato, vestindo-se sempre com um hábito clerical.
Durante a sua vida gozou de grande popularidade não só por ser poeta mas também por ser um exímio improvisador e imitador das vozes e de gestos de figuras conhecidas dessa época, sempre junto aos seus hábitos. Faleceu em Lisboa, em 1591.
Não se têm dados exactos de todas as publicações de Chiado. Sabe-se que deixou muitos manuscritos, entre eles, o "Auto de Gonçalo Chambão" e o "Auto da Natural Invenção".
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Fonte: Wikipédia