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domingo, 25 de março de 2012

Nova creche quase pronta

Depois de uma paragem de cerca de um ano, as obras do edifício que vai acolher a nova creche do Centro de Bem Estar Social da Amadora (CEBESA) em Vila Chã, Casal de São Brás têm conclusão prevista dentro de três meses. O equipamento terá capacidade para 66 crianças entre os 4 meses e os cinco anos, numa zona da cidade alvo de uma forte expansão urbanística nos últimos anos. Adiado está, para já, o projecto de construção de uma unidade de cuidados continuados integrados, nos terrenos contíguos aos da creche.

“Não tínhamos capacidade financeira para suportar os dois projectos”, explica Pires Pereira, presidente do CEBESA. Os dois projectos estavam previstos para um terreno, em Vila Chã, com cerca de 4500 metros, propriedade da instituição. No caso da unidade de cuidados continuados integrados, a obra chegou a ter o projecto aprovado com orçamento de cerca de um milhão e meio de euros e financiamento do Ministério da Saúde de quase 700 mil euros. No entanto, “para assegurar o restante investimento teríamos que pedir mais um empréstimo, mas tivemos um corte de cerca de 100 mil euros por ano com a conversão das antigas ATL (Actividades de Tempos Livres) e, por falta de capacidade financeira, optámos, nesta fase, por construir apenas a creche”, salienta o responsável da instituição. “O projecto da unidade não foi totalmente abandonado, tendo em conta que se trata de um equipamento cuja oferta não existe no concelho da Amadora”.

As obras da creche recomeçaram em Janeiro, após um ano de interrupção devido “a razões de ordem financeira”, explicou Pires Pereira. Uma situação que foi ultrapassada porque “a Câmara da Amadora tem tido um papel muito importante na área social, com pessoas muito sensíveis e que colocam em primeiro plano as pessoas, sempre que necessitamos nunca encontramos uma porta fechada”, refere o presidente do CEBESA.

As quatro salas irão acolher as 66 crianças a partir dos 4 meses até à idade escolar. A abertura está prevista para Setembro. Mas, para além das obras, a instituição necessita de comprar todo o equipamento para o funcionamento da creche, desde cadeiras, mesas, computadores, a todo o tipo de material de apoio. “Estamos neste momento a tentar sensibilizar as empresas para a angariação desse material”, explica Pires Pereira reforçando que “as empresas que queiram contribuir, para além de ajudarem o CEBESA, podem ainda descontar nos impostos, através da Lei do Mecenato”. (...)

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Fonte: Jornal da Região, 21-03-2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Assaltos ou publicidade?

Boa tarde,

Sou habitante da Vila Chã e no final da semana passada recebi na minha caixa do correio correspondência da loja de Chaves e Fechaduras, da Amadora, indicando que na última semana um dos prédios da Avenida Carlos César, teria sido alvo de assaltos e, passo a citar a carta, "efectuados por pessoas ou gangs organizados em que com ferramentas profissionais conseguem abrir quase todas as portas até mesmo as blindadas! mesmo que estejam fechadas à chave sem deixar qualquer sinal de arrombamento ou vestígios da sua presença."

Tendo sido a primeira carta que recebi sobre o assunto, sei que não é a primeira a ser colocada nas caixas de correio do prédio onde moro.

Com este e-mail, gostaria de saber se alguém tem conhecimento da situação acima referida como sendo verdade, ou se poderá tratar-se apenas de publicidade da dita loja de Chaves e Fechaduras que, aproveitando-se de alguma situação ocorrida, está a tentar "impingir-nos" material (leia-se "fechaduras novas") que não necessitamos. Caso seja verdade, alguém sabe qual o tipo de fechadura do(s) apartamento(s) assaltado(s)?

Cumprimentos,

Dália Cavaco


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Nota: e-mail enviado por Dália Cavaco

sexta-feira, 2 de março de 2012

Creche / Ber​çário Vila Chã

O meu nome é Cátia Nobre e vivo em Vila Chã!! Não sei como poderei "participar" no vosso blog. Gostaria, no entanto, de colocar uma questão: alguém sabe como está o ponto da situação do berçário de Vila Chã? A quem me posso dirigir para saber quando está prevista a sua abertura? Gostaria de entregar uma proposta/projeto de coordenação/gestão daquele espaço.
Se me puderem informar, agradecia!!

Sem mais assunto de momento.


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Nota: e-mail enviado por Cátia Nobre

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CDS-PP propõe seis freguesias

Passar de onze para seis freguesias é também a proposta da concelhia da Amadora do CDS-PP para a reforma da Administração Local, que irá ser apresentada publicamente esta semana e discutida na Assembleia Municipal. Os centristas esperam reunir o “consenso de todos”.

No essencial, a proposta dos democratas cristãos consiste em agregar o centro da cidade em duas grandes freguesias: a Amadora Norte e a Amadora Sul, separadas pela linha de caminhos-de-ferro. A estas, juntar-se-iam as freguesias limítrofes de Alfragide, Damaia e São Brás, extinguindo a Mina, Falagueira, Venda Nova, Reboleira.

A proposta pretende manter a freguesia de Alfragide abrangendo todo o território a sul do IC19, englobando parte das actuais freguesias da Buraca, Damaia e Venteira. A norte do IC19 e a sul da linha férrea, o território divide-se nas freguesias da Damaia e de Amadora Sul, desaparecendo do mapa a Falagueira, Reboleira, Buraca e Venteira. A norte da linha férrea a proposta prevê a criação da Amadora Norte, que engloba a actual freguesia da Mina, parte da Falagueira, Venda Nova e o bairro de Vila Chã. A freguesia de São Brás, embora perca este último bairro, ganha uma parte da freguesia da Brandoa. Alfornelos deixa de existir passando a integrar a freguesia da Brandoa.

José Manuel Pessanha, líder da concelhia, acredita que “por ser uma solução equilibrada e sensata, esta proposta pode reunir o necessário consenso nos órgãos autárquicos”.

Respeitando as "fronteiras naturais", esta proposta “vai além da simples agregação de freguesias vizinhas, propondo corrigir algumas delimitações ilógicas que provêem do passado. De facto, o actual mapa da Amadora apresenta loteamentos divididos entre freguesias e delimitações que serpenteiam ao longo da IC19”.

Contrariando a posição do presidente da autarquia, Joaquim Raposo que defende a criação de seis freguesias partindo de um território sem ser dividido, “o CDS-PP considera que seria errado forjar um novo mapa a partir do zero, já que tal processo poderia gerar a tentação de construir freguesias à medida dos partidos e não em função do interesse público”.

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Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012

Novas freguesias em debate

Joaquim Raposo vai ouvir durante esta semana todos os partidos com representação nos órgãos autárquicos da Amadora para apresentar a sua proposta para a reorganização administrativa que o Governo pretende levar por diante ainda este ano. Perante a Assembleia Municipal, o autarca comprometeu-se em ouvir de seguida os presidentes das 11 juntas de freguesia e propôs a realização de debates em todas elas.

“Não queremos ficar à espera que seja o Governo a impor uma divisão do território definida a régua e calculadora. Por isso, a abordagem que fiz desta matéria foi a partir dos pressupostos do Livro Verde assinado pela ‘troika’. Pedi aos serviços da autarquia que elaborassem um novo mapa, partindo do zero, no sentido de dividir o concelho de acordo com os equipamentos, características da população, mas também atendendo às barreiras físicas como a linha férrea, o IC19 e a CRIL”, explicou o presidente da Câmara durante a reunião da Assembleia Municipal, que se realizou na última quinta-feira, dia 23 de Fevereiro, depois de questionado por alguns partidos sobre o início da discussão relativa a esta matéria.

Raposo acrescentou que vai iniciar um conjunto de reuniões com todos os partidos. "Começarei pelo PS, porque é o partido mais votado, depois apresentarei a proposta à comissão da Assembleia Municipal. Seguir-se-ão as audições com os presidentes de junta e pretendo ainda que as assembleias de freguesia discutam a matéria", anunciou.

O autarca explicou que embora o Governo tenha dado até ao final de Março para que todos os municípios possam apresentar as suas propostas, “ainda não foi aprovado pela Assembleia da República o projecto-lei que define quais os critérios a adoptar para a divisão dos territórios”, por isso, “a seu tempo iremos fazer chegar a nossa proposta”.

Apesar de ainda não se conhecer qual a proposta concreta que Joaquim Raposo tem para a divisão do território da Amadora, o autarca já fez saber que defende a passagem de onze para seis freguesias que possam englobar vários bairros, sem que estes percam identidade própria. O autarca diz ser “importante que se parta do zero para criar as freguesias e que os nomes sejam criados de raiz”, sugerindo mesmo designações como “Mães de Água ou Santa Teresinha”. Todavia, acrescenta, “todos os bairros vão manter a sua identidade e cultura, a sede de freguesia é que será outra”.

Apesar de reconhecer que “esta reorganização não vai tirar o país da crise, também não serão os municípios a contribuir para o seu agravamento”, sublinha que “nem que seja pelos números, vai ser necessário reduzir não só as freguesias, como os lugares dos eleitos”.

Joaquim Raposo espera que com a sua proposta possa vir a reduzir cerca de 100 lugares, entre juntas e Assembleia Municipal. Garante que com esta reforma as autarquias terão um desafio acrescido para gerir de forma mais “rentável” os municípios. Nos tempos que se adivinham, “serão as autarquias a dar uma maior resposta às questões sociais pois terão mais perto das populações”.

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Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Banda da PSP na Escola Aprígio Gomes

No âmbito do Programa Escola Segura, a Banda da PSP vai dar um concerto para toda a comunidade da Escola JI/EB1 Aprígio Gomes (Mina), na sexta-feira, 24 de Fevereiro, durante a manhã. O objectivo é o de aproximar os 463 alunos daquele estabelecimento de ensino e a polícia.

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Fonte: Jornal da Região, 21-02-2012

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O condómino ideal

Respeita o direito ao descanso e tranquilidade dos vizinhos, não produzindo ruídos que os incomodem.

Não estende a roupa a pingar e dobra-a para que não tape a janela do vizinho de baixo.

Fuma na varanda, com um cinzeiro na mão, para recolher as pontas de cigarro.

Chega a horas às assembleias de condomínio e participa com respeito pelos presentes, apresentando soluções positivas. Quando não pode estar presente numa assembleia, faz-se representar por procuração.

Confere os balancetes apresentados e, quando tem dúvidas, pede esclarecimentos ao administrador.

Paga as quotas do condomínio sempre atempadamente.

Faz as obras necessárias na sua fração de forma a não prejudicar a segurança e o arranjo estético do edifício.

Antes de efectuar alguma obra na sua fração, informa o administrador para que ele, nos termos do Regulamento Geral do Ruído, informe os restantes condóminos dos dias e horas em que realizarão as obras na sua fração.

Não executa obras novas que prejudiquem a segurança ou a linha arquitectónica do prédio.

Respeita os horários para a realização das obras, das 8 às 18 horas, efectuando-as só nos dias úteis.

Se a obra pretendida alterar a linha arquitectónica do edifício, pede ao administrador que convoque uma assembleia para apresentar o projecto e pedir autorização aos restantes condóminos.

Se não obtiver autorização da maioria necessária, abster-se-á de realizar a obra (que poderá ser, por exemplo, a colocação de um toldo ou instalação de uma marquise).
Usa a sua fração apenas de acordo com o fim a que é destinada.

Não pratica atos que tenham sido proibidos no título constitutivo da propriedade ou posteriormente em assembleia de condóminos.

Cumpre o Regulamento Interno do Condomínio.

Tem o seguro contra o risco de incêndio (ou multi riscos) da fração em dia e apresenta prova desse facto anualmente ao administrador.

Nunca deixa o animal de estimação à solta nas partes comuns do edifício.
Quando vai passear o animal de estimação, leva-o sempre preso pela trela e tem consigo um saco para apanhar do chão os “presentes” do seu animal.

Frequentou uma escola de treino de cães onde ambos aprenderam a gerir as regras básicas de comando.

O seu “Boby” é um cão obediente e feliz, por isso não incomoda os vizinhos com latidos e uivos, nem ladra.

Zela pela higiene do condomínio e bom funcionamento dos seus equipamentos.
É simpático, cortês e solidário. Está sempre pronto para ajudar em caso de necessidade.

É o condómino que se gosta de ter como vizinho.

Todos podem ser este condómino, é só querer!

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Fonte: Loja do Condomínio

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Amadora pode passar de 11 freguesias para seis

O presidente da Câmara da Amadora vai propor aos partidos representados no concelho e à assembleia municipal a redução de 11 para seis freguesias, a alteração dos seus nomes e a diminuição de cargos políticos no município.

«Partimos do princípio do zero. O que nós fizemos foi partir do território da Amadora como se não houvesse freguesias. É partir do território da Amadora, os tais 23 quilómetros, da população que temos, dos equipamentos e das condicionantes e desenhar um novo mapa», disse à Lusa o presidente, o socialista Joaquim Raposo.

O autarca adiantou que esta proposta - que, a ser aprovada, servirá como base para a reorganização das freguesias do município inserida na reforma administrativa do Governo - tem como objectivo manter um equilíbrio entre o número de população e equipamentos, como esquadras e centros de saúde, de forma a distribuir «a riqueza e a pobreza por todas» as futuras freguesias.

Joaquim Raposo adiantou que a proposta, a entregar até Fevereiro aos partidos, à câmara, aos presidentes de juntas e à assembleia municipal, prevê a alteração dos nomes das freguesias. Caso seja aprovado, o documento será entregue ao Governo.

«Partimos de um princípio que é este: a reforma é para se fazer e por isso ela vai-se fazer, ou de uma forma ou de outra. É evidente que prefiro tomar a iniciativa, fazê-la de acordo com um conjunto de critérios e de princípios que são os nossos, do que depois vir uma decisão do Governo, sem nenhum critério ou com poucos critérios», avançou.

Joaquim Raposo adiantou que esta proposta é meramente «técnica e não política» e que desta forma pretende ainda demonstrar que o município terá que «reduzir o número de membros na câmara, nas assembleias municipais e nas assembleias de freguesia».

O Governo pretende a agregação de 1500 freguesias, inserida na reforma do poder local, já apresentada pelo ministro Miguel Relvas como «um choque reformista».

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Fonte: tvi24, 30-01-2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Câmara da Amadora suspendeu concurso para construção do metro de superfície

"A lei existe, mas não está regulamentada. O Governo tem que dizer, por exemplo, quais os critérios para poder haver transportes públicos municipais, se pode haver limites de anos, se pode haver concessões. Isto para não corrermos o risco de avançar com o Metrobus e depois não se poder utilizar”, explicou.

O vereador admitiu também que a suspensão pelo Governo das novas parcerias público-privadas é outra das razões para esta suspensão do Metrobus.

O projecto Metrobus foi anunciado em Setembro de 2010 e consistia na utilização de veículos eléctricos com várias carruagens a circular nas estradas, em vez de carris, uma vez que as suas rodas seriam de borracha.

A autarquia da Amadora pretendia ligar a partir de 2013 o futuro interface da CP/Metropolitano da Reboleira e o Dolce Vita Tejo, com um percurso que iria atravessar as freguesias da Venda Nova, Falagueira (estação de metro Amadora-Este), Mina, São Brás e Brandoa, numa extensão de cerca de sete quilómetros.

O concurso para a construção estava, segundo o vereador, em fase de lançamento.

Gabriel Oliveira explicou que o facto de a lei não estar regulamentada poderia levar a autarquia a “entrar em processos complicados de indemnizações com as operadoras” que actualmente servem o município.

O vereador criticou ainda as “constantes” alterações à legislação na área dos transportes: “Não conseguimos acompanhar a legislação que está em vigor. Não podemos correr o risco de ter uma solução, que é cara, e que só pode avançar se a legislação não estiver a ser alterada todos os dias”.

O vereador considerou que este modelo de transporte nas áreas urbanas é uma solução que “mais tarde ou mais cedo o Governo vai ter que adoptar”, uma vez que se trata de uma solução mais económica se comparada com o metropolitano.

“Cada quilómetro de metropolitano custa à volta de 50 milhões de euros. Este custa 500 mil. Isto sem esquecer o custo das estações, uma vez que no metro de superfície limitam-se a ser abrigos de autocarro, enquanto que no metropolitano custam trinta milhões”, disse.

Numa primeira fase do projecto, que custaria cerca de cinco milhões de euros, a maior parte do investimento ficaria a cargo da Chamartín, já que a empresa que detém o Dolce Vita Tejo iria financiar 4,45 milhões de euros da obra.

Numa segunda fase do MetroBus, estava previsto um segundo troço, fazendo a ligação entre o Dolce Vita Tejo e Odivelas, num investimento estimado de cerca de 12 milhões de euros.

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Fonte: Público, 27-01-2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Metro: Abertura da estação da Reboleira adiada para 2014

O Metropolitano de Lisboa avançou hoje que as dificuldades da empresa em obter financiamento junto das instituições financeiras obrigou à reprogramação do investimento para a futura estação da Reboleira, que deverá estar concluída em 2014.

O vereador da autarquia da Amadora, com o pelouro dos Transportes, disse hoje à Agência Lusa que as obras da construção da estação de metropolitano da Reboleira estão «paradas desde junho», e que teme que a obra de prolongamento da Linha Azul venha a ser suspensa definitivamente. (...)

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Fonte: Diário Digital, 27-01-2012