Estimados(as) vizinhos(as),
Na passada noite do dia 29 de Abril, estacionei a minha viatura na traseiras do edifício onde resido, mais precisamente no Lote 42 junto ao acesso da garagem e durante as 19.30H e as 20.00H a mesma acabou por ser assaltada com a quebra do vidro, para roubar uma câmara fotográfica que por meu inteiro descuido lá permaneceu durante um curto espaço de tempo, que estava no interior das garagens com os meus filhos.
Serve a presente para recordar a todos, que não deixem equipamentos ou outros bens susceptíveis de proporcionar algum interesse de furto no interior das suas viaturas e de forma visível, pois mesmo em hora de relativo movimento na nossa urbanização e por pouco tempo seja, pode ser o suficiente para o LADRÃO.
Lamentavelmente é algo que pode acontecer em qualquer lugar, mas onde residimos é sempre o último local que esperamos, tal infeliz acontecimento.
Cumprimentos,
Bruno Silva
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Nota: e-mail enviado por Bruno Silva
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Para conseguirmos ter o que comprámos, é dever de todos os vizinhos zelar pelo cumprimento do plano de urbanização do Casal de Vila Chã e a correcção de erros já detectados.
Acompanhe os comentários a Promessas por cumprir.
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
CDS-PP aprova coligação autárquica com o PSD na Amadora
O Conselho Nacional do CDS-PP aprovou esta terça-feira, com sete abstenções, 40 coligações autárquicas com o PSD e uma com o PPM, anunciou o coordenador autárquico, Hélder Amaral, que disse esperar "ter mais candidaturas autónomas" nas próximas eleições. (...)
No Distrito de Lisboa, o CDS-PP vai concorrer coligado com o PSD nos concelhos de Lisboa, Azambuja, Alenquer, Sobral de Monte Agraço, Amadora e Vila Franca de Xira (...).
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Fonte: Público, 29-04-2009
No Distrito de Lisboa, o CDS-PP vai concorrer coligado com o PSD nos concelhos de Lisboa, Azambuja, Alenquer, Sobral de Monte Agraço, Amadora e Vila Franca de Xira (...).
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Fonte: Público, 29-04-2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
CDU apresenta listas
A CDU já apresentou os cabeça-de-lista à Assembleia e à Câmara Municipal, bem como às onze freguesias do concelho da Amadora. Carlos Almeida é o nome apontado para a Assembleia Municipal, enquanto António João Carixas, actual deputado da Assembleia, é o candidato da CDU à Câmara Municipal nas próximas eleições autárquicas.
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Fonte: Jornal da Região, 28-04-2009
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Fonte: Jornal da Região, 28-04-2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Conheça as opções das Câmaras Municipais na devolução do IRS
Este é o primeiro ano em que os contribuintes vão sentir no bolso os efeitos da nova Lei das Finanças Locais, que veio permitir às câmaras baixarem o IRS aos seus moradores, através de uma devolução que pode ir até 5% do imposto. Os efeitos começam a sentir-se por estes dias, com o envio das notas de liquidação por parte do Fisco, mas, na realidade, são muito poucos os contribuintes que vão ser surpreendidos com uma factura de IRS mais baixa.
Entre os 308 municípios que existem no País, só 44 decidiram devolveram parte do IRS aos seus moradores. E nenhum deles é da grande área metropolitana de Lisboa.
Se a autarquia da capital tivesse decidido deitar mão deste instrumento de alívio fiscal às famílias, isto significaria que cada agregado poderia poupar 240 euros de imposto, em média.
Em Cascais e Oeiras, dois concelhos também densamente povoados, significaria uma poupança média aproximada de 200 euros no IRS. Mais a Norte, no Porto, de 180 euros. Quem tivesse reembolso a receber, beneficiaria de uma devolução maior; quem tenha IRS a pagar, gozaria de um abatimento ao valor final.
A redução do imposto apenas seduziu câmaras de pequena dimensão ou do interior, que usam este mecanismo para tentar cativar mais habitantes. Castro Marim, um dos exemplos, abdicou da totalidade da parcela de IRS (5%) e é a autarquia que mais dinheiro vai devolver aos seus contribuintes em 2009. Segue-se Manteigas, que também prescindiu dos 5% e, por isso, vai permitir acrescentar ou deduzir em média, 45 euros no IRS de cada um dos munícipes que entrega a declaração de impostos no concelho.
"Pouca gente sabe que os municípios têm grande margem"
"Estávamos à espera que os municípios mais folgados financeiramente dessem a dedução à colecta aos seus moradores. Do ponto de vista económico não tenho explicação para uma adesão tão baixa", confessa Paulo Trigo Pereira, professor no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG/UTL) e presidente da comissão a quem o Governo encomendou a revisão da Lei das Finanças Locais.
O economista admite, contudo, que do ponto de vista político haja vários factores a influenciar as escolhas dos autarcas. Nos grandes centros urbanos, "houve decisões colectivas para de não baixar os impostos, por exemplo, na área metropolitana de Lisboa, porque politicamente é mais fácil para todos se ninguém baixar. O ónus passa a ser de todos". Nos meios mais pequenos, Paulo Trigo Pereira admite que ainda haja alguma falta de informação por parte dos autarcas, nuns casos, e alguma tentativa de aproveitamento eleitoralista para o próximo escrutínio - Açores e Madeira encontram-se na situação particular de não poderem desagravar o IRS por não terem ainda regulamentado um aspecto fundamental da Lei das Finanças Regionais.
Falta de informação é também a explicação para a pouca pressão pública que existe sobre os autarcas. "Agora os municípios têm muito mais margem de liberdade na área fiscal mas pouca gente o sabe. A opinião pública tem de ser sensibilizada e forçar à discussão destes temas durante a próxima campanha eleitoral para as autárquicas" remata o economista. (...)
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Fonte: Jornal de Negócios, 27-04-2009
Entre os 308 municípios que existem no País, só 44 decidiram devolveram parte do IRS aos seus moradores. E nenhum deles é da grande área metropolitana de Lisboa.
Se a autarquia da capital tivesse decidido deitar mão deste instrumento de alívio fiscal às famílias, isto significaria que cada agregado poderia poupar 240 euros de imposto, em média.
Em Cascais e Oeiras, dois concelhos também densamente povoados, significaria uma poupança média aproximada de 200 euros no IRS. Mais a Norte, no Porto, de 180 euros. Quem tivesse reembolso a receber, beneficiaria de uma devolução maior; quem tenha IRS a pagar, gozaria de um abatimento ao valor final.
A redução do imposto apenas seduziu câmaras de pequena dimensão ou do interior, que usam este mecanismo para tentar cativar mais habitantes. Castro Marim, um dos exemplos, abdicou da totalidade da parcela de IRS (5%) e é a autarquia que mais dinheiro vai devolver aos seus contribuintes em 2009. Segue-se Manteigas, que também prescindiu dos 5% e, por isso, vai permitir acrescentar ou deduzir em média, 45 euros no IRS de cada um dos munícipes que entrega a declaração de impostos no concelho.
"Pouca gente sabe que os municípios têm grande margem"
"Estávamos à espera que os municípios mais folgados financeiramente dessem a dedução à colecta aos seus moradores. Do ponto de vista económico não tenho explicação para uma adesão tão baixa", confessa Paulo Trigo Pereira, professor no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG/UTL) e presidente da comissão a quem o Governo encomendou a revisão da Lei das Finanças Locais.
O economista admite, contudo, que do ponto de vista político haja vários factores a influenciar as escolhas dos autarcas. Nos grandes centros urbanos, "houve decisões colectivas para de não baixar os impostos, por exemplo, na área metropolitana de Lisboa, porque politicamente é mais fácil para todos se ninguém baixar. O ónus passa a ser de todos". Nos meios mais pequenos, Paulo Trigo Pereira admite que ainda haja alguma falta de informação por parte dos autarcas, nuns casos, e alguma tentativa de aproveitamento eleitoralista para o próximo escrutínio - Açores e Madeira encontram-se na situação particular de não poderem desagravar o IRS por não terem ainda regulamentado um aspecto fundamental da Lei das Finanças Regionais.
Falta de informação é também a explicação para a pouca pressão pública que existe sobre os autarcas. "Agora os municípios têm muito mais margem de liberdade na área fiscal mas pouca gente o sabe. A opinião pública tem de ser sensibilizada e forçar à discussão destes temas durante a próxima campanha eleitoral para as autárquicas" remata o economista. (...)
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Fonte: Jornal de Negócios, 27-04-2009
Aproveite a sua varanda no combate à crise
Existem muitas varandas nos prédios da cidade sem qualquer utilização por parte dos seus proprietários. Muitas vezes as varandas apenas são utilizadas para a construção de marquises.
Existe uma solução a dar às varandas que é económica, ecológica e tem o potencial de valorizar-nos enquanto humanos, além da aprendizagem que pode existir entre famílias.
Numa época de crise e recessão, uma das soluções para poupar e ter um hobbie pode estar na sua varanda: a construção de um jardim hortícola.
Existem vários sites na net onde pode ter ajuda se tiver dúvidas. O primeiro passo é comprar vasos, terra e sementes (pode ficar por menos de 5 euros) e se tiver dúvidas pode colocá-las no Fórum Estufa, por exemplo.
Várias espécies de produtos hortícolas que compra diariamente em mercados poderá plantá-los na sua varanda. Além disso pode sempre oferecer aos seus amigos uma planta com prenda.
Se muitas pessoas começassem a usar a sua varanda, a cidade seria mais bonita e mais verde.
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Fonte: Cidadania Queluz, 22-04-2009
Existe uma solução a dar às varandas que é económica, ecológica e tem o potencial de valorizar-nos enquanto humanos, além da aprendizagem que pode existir entre famílias.
Numa época de crise e recessão, uma das soluções para poupar e ter um hobbie pode estar na sua varanda: a construção de um jardim hortícola.
Existem vários sites na net onde pode ter ajuda se tiver dúvidas. O primeiro passo é comprar vasos, terra e sementes (pode ficar por menos de 5 euros) e se tiver dúvidas pode colocá-las no Fórum Estufa, por exemplo.
Várias espécies de produtos hortícolas que compra diariamente em mercados poderá plantá-los na sua varanda. Além disso pode sempre oferecer aos seus amigos uma planta com prenda.
Se muitas pessoas começassem a usar a sua varanda, a cidade seria mais bonita e mais verde.
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Fonte: Cidadania Queluz, 22-04-2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Ramalho Eanes desafia portugueses a serem mais exigentes
O ex-presidente da República Ramalho Eanes desafiou os portugueses a serem «mais exigentes» com os governantes, durante um colóquio comemorativo do 25 de Abril, realizado na quinta-feira em Grândola, promovido pela câmara local.
«Nós temos o governo que merecemos, temos os partidos que merecemos, temos os subsistemas de saúde e educação que merecemos, porque somos responsáveis pela nossa sociedade», disse Ramalho Eanes, depois de citar um autor espanhol que responsabilizava os povos submetidos a regimes tirânicos, pela incapacidade de se revoltarem.
«Cabe-nos a nós impor regras, exigir condutas e, quando for necessário, substituirmos os governantes», frisou Ramalho Eanes, no colóquio moderado pelo jornalista Adelino Gomes, em que também participaram o empresário Belmiro de Azevedo, o social-democrata Pacheco Pereira e o presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, anfitrião e promotor deste colóquio comemorativo do 25 de Abril. (...)
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Fonte: Diário Digital, 24-04-2009
«Nós temos o governo que merecemos, temos os partidos que merecemos, temos os subsistemas de saúde e educação que merecemos, porque somos responsáveis pela nossa sociedade», disse Ramalho Eanes, depois de citar um autor espanhol que responsabilizava os povos submetidos a regimes tirânicos, pela incapacidade de se revoltarem.
«Cabe-nos a nós impor regras, exigir condutas e, quando for necessário, substituirmos os governantes», frisou Ramalho Eanes, no colóquio moderado pelo jornalista Adelino Gomes, em que também participaram o empresário Belmiro de Azevedo, o social-democrata Pacheco Pereira e o presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, anfitrião e promotor deste colóquio comemorativo do 25 de Abril. (...)
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Fonte: Diário Digital, 24-04-2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Câmaras impedidas de subir impostos das casas
A Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais chumbou a proposta de actualização dos coeficientes de localização dos imóveis, que interferem na avaliação dos imóveis e, como tal, no cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Ao travar esta revisão - que, segundo o código deste imposto, deve suceder de três em três anos - o Governo impediu mexidas no valor do IMI a cobrar aos proprietários de imóveis que, na maioria dos casos, deveriam resultar num agravamento do imposto.
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Fonte: Diário Económico, 23-04-2009
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Fonte: Diário Económico, 23-04-2009
Mina ganha Centro Cultural
Foi em dia de festa, em plena celebração do 29.º aniversário da freguesia da Mina, que a Junta local inaugurou o seu novo Centro Cultural. "Um espaço que fazia muita falta numa freguesia repleta de vida cultural e de associações", justifica Joaquim Rocha, presidente daquela autarquia. O espaço, alugado pela Câmara da Amadora e cedido à Junta de Freguesia, situa-se na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, mesmo ao lado da associação de reformados, o que vai permitir uma maior utilização do mesmo. "A localização é excelente e o espaço também. Na parte de cima podem ser feitas exposições e ateliês, e na cave, onde cabem 400 pessoas sentadas, podem ser feitos pequenos espectáculos", congratula-se Joaquim Rocha. A primeira exposição é precisamente o "Encontro de Pintores de Pequeno Formato", já na sua sexta edição, "seguindo-se depois uma do programa ‘Recriar a Vida‘ e outra da Junta de Freguesia", exemplifica.
A inauguração do Centro Cultural foi a melhor prenda deste 29.º aniversário, mas outras há, para o presidente da Junta, que vão melhorar a qualidade de vida da população. "São projectos que enchem mais a vista", salienta o autarca, referindo-se "às duas escolas básicas já em construção e ao arranque das obras de requalificação do Parque Central".
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Fonte: Jornal da Região, 21-04-2009
A inauguração do Centro Cultural foi a melhor prenda deste 29.º aniversário, mas outras há, para o presidente da Junta, que vão melhorar a qualidade de vida da população. "São projectos que enchem mais a vista", salienta o autarca, referindo-se "às duas escolas básicas já em construção e ao arranque das obras de requalificação do Parque Central".
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Fonte: Jornal da Região, 21-04-2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Ricos em bancos, pobres em depósitos
Na segunda-feira, abriu uma nova agência bancária (Montepio Geral) no lote 69 da Avenida Artur Semedo.
Na "urbanização dos ricos", como alguns apelidam, faz sempre falta mais um banco para nos ajudar a apenas sonhar.
Na "urbanização dos ricos", como alguns apelidam, faz sempre falta mais um banco para nos ajudar a apenas sonhar.
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