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Acompanhe os comentários a Promessas por cumprir.

domingo, 21 de outubro de 2012

Espaços verdes ou abandonados?

Vizinhos,

Ainda se lembram como eram estes espaços? Compreendo que não se lembrem, embora tenham sido dos últimos a terminar.

Estes espaços, que um dia foram verdes, localizam-se numa zona mais limítrofe de Vila Chã, mas recordo que os mesmos fazem parte do plano de pormenor da urbanização. Apesar dos restantes espaços verdes vejam de vez em quando um jardineiro, estes há muito, mesmo muito tempo que não vêm qualquer ferramenta de jardinagem, jardineiro e muito menos água, a não ser a água da abençoada chuva de outubro.

A crise não é desculpa. Há quem queira trabalhar, os que são obrigados a prestar serviço comunitário e os que ainda pagam impostos.

Cumprimentos.

Avenida António Ribeiro Chiado, setembro de 2012

Avenida António Ribeiro Chiado, setembro de 2012

Avenida António Ribeiro Chiado, setembro de 2012

Avenida António Ribeiro Chiado, setembro de 2012

Avenida Artur Semedo, setembro de 2012

Avenida Artur Semedo, setembro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

Construção de Edifício Amorama nas traseiras da Avª Artur Semedo

Boa tarde,

Sou morador na Avª Artur Semedo e constatei no passado fim de semana que tinham começado obras no terreno baldio que se encontra nas traseiras da Avª Artur Semedo.

Fui informado por vizinhos que se estava a dar início à construção de um edifício para a associação Amorama.

Devo desde já salientar que nada tenho contra a referida Associação a qual penso que tem uma atividade muito nobre.

No entanto quando comprei a minha casa foi-me dito que o referido terreno se destinava a jardim e equipamentos.

Como é que é possível passados três anos tudo ter mudado e se pretenda implantar um edifício que irá pôr o meu e dos outros vizinhos o direito à privacidade, à luz solar, e ao espaço para o qual nos foi prometido zona de lazer e para o qual pagámos, sem sequer termos sido ouvidos?

Com os melhores cumprimentos


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Nota: e-mail enviado por João Dias


Mais informações em:
Construção de equipamento social prevista em Vila Chã

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Câmara de Sintra vai construir nova ponte entre Queluz e Amadora

A ponte do século XVI que liga Queluz à cidade da Amadora foi encerrada em Junho por apresentar danos na sua estrutura, prejudicando milhares de moradores que se vêem impedidos de aceder ao IC19 através daquele acesso.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, o município deixou cair a hipótese de instalar uma ponte provisória naquele local, uma vez que os custos seriam superiores aos que representam uma construção definitiva, a qual será feita por ajuste directo.

“Fui confrontado com os custos. A construção em definitivo representa uma responsabilidade financeira suplementar para o município de 600.000 euros. O esforço financeiro de uma obra suplementar far-nos-ia pagar ao dia, à semana, ao mês”, disse o autarca durante a Assembleia Municipal que decorre hoje à noite.

Fernando Seara justificou a necessidade de recorrer ao ajuste directo por uma questão de celeridade: “Se fossemos para concurso público a obra só estaria pronta daqui por dois anos”, disse.

O presidente da Câmara de Sintra adiantou que o projecto, que vai contar com a articulação com a Câmara da Amadora, está na fase de concepção de obra, a qual, após o seu início, demorará entre 60 a 75 dias a concluir.

“Espero que até ao final do ano a obra esteja pronta”, adiantou.

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Fonte: Público, 13-09-2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Espaços verdes e centopeias

Boa Noite,

Moro na Av. António Ribeiro Chiado num r/c, e este verão tenho centopeias na minha casa, gostaria de saber se alguém da urbanização está com o mesmo problema?

Também alguém sabe porque deixaram de regar os canteiros das árvores e de repente começamos a ter o pouco verde que havia a secar.

Na minha AVENIDA está tudo seco e os canteiros daqui a pouco parecem matagais, é pela falta de limpeza que aparecem as centopeias, acho que devido a essa falta de manutenção, este verão tenho estes bichos na minha casa...

Cumprimentos

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Nota: e-mail enviado por Carla Silva

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Estacionamento abusivo e excesso de velocidade V

Boa tarde,

Ora aqui está uma notícia que me deixa bastante contente e que certamente irá contribuir para o sossêgo e segurança de quem escolheu Vila Chã para morar.

Valeu a pena o esforço!


Cumprimentos.



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Nota: e-mail enviado por moradorvilacha @hotmail.com


Mais informações em:
Estacionamento abusivo e excesso de velocidade IV

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Calendário de Reuniões a realizar sobre Reorganização Administrativa da Amadora

Terminado o período de participação pública através do site criado para o efeito (que decorre ainda até 31 de agosto), ir-se-ão realizar reuniões nas Juntas de Freguesia de São Brás e Mina, nas datas abaixo indicadas:

Mina
10-09-2012 | 21:00 | Av. Movimento das Forças Armadas, nº 14, 1º

São Brás
12-09-2012 | 21:00 | Praceta Moinho da Boba, nº 10 C

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Fonte: Câmara Minucipal da Amadora, 23-08-2012

sábado, 28 de julho de 2012

Saiba como pode baixar o IMI

Imóveis recentes também poupam

(...) Uma das parcelas que determina o valor tributário de um imóvel é o preço do terreno no ano da construção. O valor do metro quadrado foi sempre inflacionado, desde os 600 euros iniciais até 615 euros em 2008, como pode ver na figura ao lado. A partir desse ano, o fisco baixou gradualmente os preços para responder à crise no mercado imobiliário. O preço estabilizou-se desde 2010 nos 603 euros. Se a sua habitação foi avaliada entre 2006 e 2008, o valor de construção que ainda hoje é considerado para efeitos fiscais é de 615 euros por metro quadrado, quando as próprias Finanças já reduziram este valor para 603 euros. Esta variável não é actualizada automaticamente, por isso pode estar a pagar um IMI superior ao que estaria se a avaliação tivesse sido feita em 2012. O coeficiente de vetustez é outra variável considerada para o cálculo do valor patrimonial tributário: depende do número inteiro de anos desde a data da licença de utilização ou da data de conclusão das obras de edificação. Este valor diminui em função da antiguidade do imóvel. Mas, mais uma vez, esta variável não é actualizada automaticamente e, assim, o valor considerado pode não ser o real, mas o do ano da avaliação. Se o seu imóvel tiver sido avaliado pelas regras do código do IMI no ano da emissão da licença de utilização e se, após três anos, pedir uma nova avaliação, o valor do imposto terá uma redução de 10% apenas pelo efeito do coeficiente de vetustez, não considerando eventuais impactos de outras variáveis.

Simule antes de pedir uma avaliação

Antes de solicitar uma actualização do valor patrimonial deve averiguar se poupará. Pode recorrer ao sítio na Internet da Autoridade Tributária e Aduaneira que permite simular esse valor. Ao efectuar a simulação confirme que não ocorreram ajustamentos nos outros coeficientes (como o coeficiente de localização e o coeficiente de qualidade e conforto). O resultado obtido em www.e-financas.gov.pt/SIGIMI/default.jsp deve ser comparado com o montante indicado na caderneta predial actualizada. Se o valor da simulação for inferior ao valor da caderneta, então pode valer a pena proceder junto das Finanças a uma reclamação da matriz, com base na desactualização do valor patrimonial tributário, pois o seu IMI deverá baixar.

Pedido de avaliação

Só pode fazer este pedido se já tiverem passados três anos desde a última avaliação. Para solicitar a reclamação tem de apresentar nas Finanças um documento escrito com os fundamentos do pedido. O pedido de reclamação ainda é gratuito. Se não concordar com o valor patrimonial tributário atribuído, pode pedir uma segunda avaliação no prazo de 30 dias a contar da data de notificação. Esta avaliação tem um custo mínimo de 765 euros, podendo atingir os 3.060 euros. Este valor não é reembolsável, mesmo que o fisco lhe dê razão.

Poupe nos esgotos

Em algumas autarquias, a taxa de conservação de esgotos incide sobre o valor patrimonial do imóvel. Se o prédio urbano tiver sido avaliado pelo código do IMI, a taxa não pode exceder um oitavo da taxa do IMI. Para os outros prédios, a taxa é superior, não podendo exceder um quarto da taxa do IMI. (...)

Finanças devem actualizar idade dos imóveis

O coeficiente de vetustez depende unicamente da idade do imóvel. Todavia, se o proprietário não fizer alguma coisa, o coeficiente não é actualizado pelo fisco à medida que o prédio envelhece. Ao não ser actualizado automaticamente, são colectados impostos e taxas em excesso. (...)

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Fonte: Diário Económico, 06-07-2012