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domingo, 7 de abril de 2013

Famílias sem dinheiro deixam de pagar despesas do condomínio

Situação tem vindo a piorar desde há três anos, levando as empresas do sector a avançar com acções judiciais. Mas há pessoas que não têm como pagar, pois "não trabalham, não têm carro ou bens penhoráveis".

Os condomínios começaram a ter "dívidas incobráveis" devido à crise. A revelação é feita pelo presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), Vítor Amaral.

"Sempre tive muitas acções em tribunal, mas não tinha uma única situação incobrável. Com esta crise, desde há três anos já tenho vários casos", admitiu o dirigente, que está no sector há 19 anos.

Vítor Amaral explicou tratar-se de pessoas que não têm como pagar, pois "não trabalham, não têm um carro ou bens penhoráveis". Os apartamentos estão já na posse do banco, onde foi pedido o crédito, ou pertencem a outra pessoa, disse.

Quando o apartamento ainda é propriedade da pessoa tende a haver uma hipoteca por "um valor superior ao valor real" da casa, cujo valor da venda "vai todo para o credor hipotecário, deixando os outros sem nada", indicou.

Na empresa do dirigente da APEGAC somam-se dois milhões de euros de débitos vencidos e desse total metade deu origem a acções judiciais.

"O condomínio é sempre a última coisa que se paga, porque não há uma consequência direta e imediata", ao contrário da falta de pagamento da luz ou da água, reforçou.

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Fonte: Renascença, 06-04-2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Amadora vai ter o maior sistema de vigilância do país

A cidade da Amadora será em breve a mais vigiada do país. O Ministério da Administração Interna (MAI) deu luz verde à Câmara Municipal para avançar com o maior sistema de videovigilância aprovado até agora em Portugal: ao todo, serão instaladas 103 câmaras, apurou o SOL.

Os equipamentos vão ser colocados ao longo de 24 quilómetros quadrados, abrangendo praticamente todas as freguesias do concelho, da Damaia à Venda Nova. O sistema incidirá em áreas residenciais e de comércio, e também em zonas de transportes públicos (como é o caso da movimentada estação de comboios da cidade).

As câmaras – que serão rotativas – vão abranger também as imediações dos bairros mais problemáticos da Amadora, como a Cova da Moura, Casal da Boba, Casal da Mira, Quinta da Lage e bairro 6 de Maio.

O objectivo da autarquia e da PSP é prevenir a criminalidade num concelho onde são frequentes os furtos de veículos, de estabelecimentos comerciais, de residências e os roubos de pessoas na via pública.

Além do efeito dissuasor, esta ferramenta poderá melhorar a capacidade de reacção da PSP perante assaltos em curso, pois será possível monitorizar em tempo real todas as ocorrências. As imagens poderão ainda ser usadas como prova em processos-crime.

Em 2010, a Câmara da Amadora apresentou pela primeira vez ao Governo um projecto que incluía 113 equipamentos, mas foi chumbado pela Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD).

Em conjunto com a PSP, Joaquim Raposo foi reformulando a proposta, cuja versão final foi agora aprovada pelo ministro da Administração Interna – que com a nova lei passou a ter o poder exclusivo de autorizar estes sistemas, em detrimento da CNPD.

O gabinete de Joaquim Raposo não quis adiantar pormenores sobre o projecto, mas, ao que o SOL apurou, a execução desta infra-estrutura deverá custar perto de dois milhões de euros. Mal seja activado, o sistema irá funcionar durante dois anos.

Num despacho publicado esta semana em Diário da República, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna, Juvenal Silva Peneda, sublinhou que o projecto «poderá ser de imediato executado e deve, no mais curto prazo, ser activado em todas as componentes autorizadas». (...)

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Fonte: Sol, 03-04-2013

quarta-feira, 27 de março de 2013

Aprovada instalação de videovigilância na Amadora

O Ministério da Administração Interna (MAI) aprovou a instalação e utilização de um sistema de videovigilância no concelho da Amadora, segundo um despacho publicado esta segunda-feira em Diário da República.

De acordo com o despacho, o projecto deve ser de “imediato executado e deve, no mais curto prazo, ser activado em todas as componentes autorizadas”.

Em 2010, o município da Amadora apresentou ao MAI um projecto para a instalação de 113 câmaras de vigilância nas zonas onde a criminalidade é mais frequente, mas a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) deu parecer negativo, alegando que o sistema era “altamente intrusivo”. Em 2011, o município reformulou o projecto para a instalação de 61 câmaras em quatro freguesias do município (Amadora, Falagueira, Damaia e Reboleira), nas zonas de maior circulação de pessoas entre as 20h e as 8h e onde existe maior risco de crimes.

Durante a apresentação do projecto, na ocasião, o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo (PS), adiantou que a aplicação deste sistema terá um custo ligeiramente abaixo do meio milhão de euros e tem como primeiro objectivo diminuir o sentimento de insegurança que “cada vez mais se faz sentir” no concelho.

De acordo com o despacho assinado pelo secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, Juvenal Silva Peneda, o projecto foi submetido à CNPD, que deu parecer positivo à instalação do sistema de videovigilância. (...)

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Fonte: Público, 25-03-2013

Vimeca recua e mantém passes sociais até final de Junho

Afinal, os utentes da Vimeca e da Scotturb vão poder continuar a usar os passes intermodais (também designados passes sociais) até 30 de Junho. A empresa de transporte rodoviário Vimeca/Transportes de Lisboa, que engloba os dois operadores, tinha decidido abandonar o sistema mas voltou atrás na decisão.

A empresa anunciou a decisão na sua página de Internet, mas não explica o que motivou este recuo. Diz apenas que “até 30 de Junho” o passe social “é válido nas carreiras regulares operadas pela Vimeca e Lisboa Transportes”.

Contactada pelo PÚBLICO, a gerência da empresa explica em comunicado que "no seguimento das conversações havidas com a Secretaria de Estado dos Transportes”, decidiu “adiar a restrição dos passes intermodais nas suas carreiras por mais 90 dias." Durante esse período, a Vimeca acredita que vai ser possível encontrar "um acordo sustentável com o Estado, para resolver de forma justa toda esta situação, onde se incluem as liquidações dos valores em dívida há muito vencidos”.

Esta posição representa um recuo em relação ao que a empresa tinha comunicado em Janeiro. Através de uma nota publicada na sua página de Internet, a Vimeca/Transportes de Lisboa informou que tinha denunciado em Dezembro a sua participação nos vários passes intermodais, com efeitos a partir de 1 de Abril. Estavam abrangidas as carreiras da Vimeca e da Scotturb. (...)

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Fonte: Público, 25-03-2013

domingo, 17 de março de 2013

Utentes dos transportes da Amadora protestam contra fim do passe social na Vimeca

A Comissão de Defesa dos Utentes dos Transportes da Amadora (CDUTA) vai promover uma concentração de protesto contra o abandono do sistema de passes intermodais (também designados passes sociais) pela Vimeca. A comissão lançou ainda um abaixo-assinado contestando a decisão da transportadora.

A concentração está agendada para 21 de Março, às 18h30, no Parque Delfim Guimarães, na Amadora. Em comunicado, os representantes dos utentes dos transportes manifestam o seu “total desacordo” com a decisão da Vimeca de deixar de aceitar os passes intermodais a bordo dos seus autocarros a partir de 1 de Abril.

“Consideramos que se o Governo tem pagamentos em atraso às empresas de transportes, tal facto deve ser denunciado e constitui violação grave, no entanto, não pode servir de pretexto à Vimeca/LT para retirar direitos aos utentes, reduzindo gravemente a sua mobilidade e acabando por obrigar as populações a pagar mais por menos serviço prestado”, defende a CDUTA.

Os utentes acrescentam que a decisão da Vimeca “pressupõe uma lógica que visa criar oportunidades de expansão de negócios para as empresa privadas, com o consequente e inevitável aumento de custos para os cidadãos”.

A CDUTA termina o seu comunicado afirmando que “é necessário e urgente garantir que a Vimeca/LT recue e reverta a posição assumida, de abandono dos passes intermodais, uma vez que esta medida põe em causa a garantia de um serviço público de transporte acessível aos utentes e pode mesmo potenciar e agudizar a instabilidade na empresa e levar ao consequente desemprego de centenas de trabalhadores”.

Nesta quinta-feira, os vereadores da Mobilidade e dos Transportes da Área Metropolitana de Lisboa também se pronunciaram unanimemente contra a decisão da Vimeca, afirmando que se trata de “um atentado ao direito à mobilidade” que vai prejudicar “milhares de utentes”. Os autarcas querem ser recebidos pelo secretário de Estado de Transportes, Sérgio Monteiro, que acusam de “inércia e aparente alheamento”.

Esta posição conjunta foi transmitida ao PÚBLICO por Joaquim Santos, o coordenador desse grupo de vereadores. O autarca do Seixal diz que o abandono do sistema de passes intermodais pela transportadora é de “elevada gravidade”, pelo impacto que vai ter junto dos utentes, mas também porque vai contribuir para “uma desarticulação no sistema de transportes metropolitano”.

“É mais um passo para a destruição dos passes sociais intermodais”, acusa o vereador, lembrando que a Fertagus não aceita esses títulos e que o Metro Sul do Tejo só o faz a troco do pagamento de “um complemento de cerca de dez euros”.

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Fonte: Público, 15-03-2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

Nova ponte entre Queluz e Amadora concluída em junho

As obras de construção da nova ponte sob a ribeira de Carenque, entre Queluz e a Amadora, devem estar concluídas em junho, informou esta segunda-feira a Câmara Municipal de Sintra.

A ponte do século XVII, que ligava Queluz à cidade da Amadora, foi encerrada em junho do ano passado por apresentar danos na sua estrutura, prejudicando milhares de moradores que se veem impedidos de aceder ao IC19 através daquele acesso, e dezenas de comerciantes que lamentam quebras de faturação por o local se encontrar vedado.

Em comunicado, o município de Sintra informa que a construção de uma nova ponte foi a solução escolhida, uma vez que a antiga estrutura não podia continuar a ser sobrecarregada com «trânsito intenso».

A obra foi adjudicada à empresa Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, SA, pelo valor de 441.659 euros, com prazo de duração de três meses. Esta verba contempla ainda a reparação da estrutura da antiga ponte, que permanecerá no local apenas para circulação pedonal.

O município vai construir uma via alternativa para o trânsito rodoviário, ligando o cruzamento da Avenida Comandante Paiva Couceiro, da Rua D. Pedro IV e da Rua Mário Viegas, em Queluz, com a ligação da Amadora ao Nó do Hospital Amadora-Sintra do IC19.

Este acesso rodoviário será constituído pela via de ligação entre os dois eixos viários, por duas rotundas nos extremos da via e pela nova ponte. (...)

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Fonte: TVI24, 11-03-2013

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Novo Parque Infantil de Vila Chã

Já começaram as obras de construção do novo Parque Infantil de Vila Chã.


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Fonte: Junta de Freguesia da Mina

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Por favor, não dê comida aos pombos

Venho por este meio alertar para o PROBLEMA do aumento do número de POMBOS na nossa Urbanização!

Está a aumentar de dia para dia o número de pombos na nossa Urbanização porque há pessoas que habitam no prédio da Frutaria, em frente ao BPI, que lhes colocam comida junto à caixa da eletricidade que ali se encontra! Além de ser ILEGAL deitar comida aos Pombos de rua, é com tristeza que vemos o nosso património a ficar degradado com as fezes destes animais, nomeadamente as varandas e janelas!

Não querem que os nossos prédios fiquem como a estátua do Marquês de Pombal, pois não? Então por FAVOR NÃO DEITEM MAIS COMIDA AOS POMBOS DE RUA!!!


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Nota: e-mail enviado por Margarida Vicente

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Vimeca deverá abandonar sistema do passe social em abril

Caros vizinhos,

Os transportes públicos que servem Vila Chã correm o risco de deixarem de oferecer o serviço nos moldes atuais. Por estes dias um vizinho da Urbanização Serras das Brancas alertou-me para o facto de que a Vimeca irá denunciar ao Passe Social.

"Agora que a Vimeca vai deixar de utilizar os Passes Sociais L(xxx), a Carreira 135 que serve Vila Chã e a Urb. Serra das Brancas muito provavelmente vai deixar de ter passageiros porque as possíveis alternativas de passes não incluem os 3 transportes (Vimeca, CP e metro/carris). Seria de muito valor acrescentado que esta carreira 26 passasse a fazer o percurso também pela Serra das Brancas, e ter como destino principal o Metro Falagueira. Certamente que iria atrair mais passageiros."

Aqui fica a notícia:

No seguimento da denúncia da sua participação no protocolo dos passes intermodais, efetuada a 5 de dezembro passado, a Vimeca deverá abandonar o sistema no próximo dia 1 de abril. A partir desta data, os clientes passarão a ter de adquirir, em alternativa, um dos passes combinados disponibilizados pela empresa. A Vimeca procedeu hoje à comunicação pública da denúncia, dando cumprimento ao disposto no artigo 3º, nº 2 do Decreto-Lei nº8/93, e seguindo todos os procedimentos legais para abandonar o sistema.

“O atual modelo e sistema dos passes sociais está a conduzir a Vimeca para o caminho da insustentabilidade económica e financeira e os sucessivos atrasos no pagamento pelo serviço social prestado pela empresa agravam ainda mais toda esta situação”, explica a empresa em comunicado. “Os valores devidos pelo Estado, relativamente à compensação financeira dos passes sociais, acabaram por evidenciar no fecho do seu exercício de 2011 que a Vimeca está a caminhar para uma situação de falência e, por este facto, procedeu à denúncia da sua participação no protocolo dos passes multimodais, dado não haver outra alternativa para um novo rumo”.

Caso o Governo não encontre uma solução até esta data, os clientes poderão deixar de usufruir destes títulos nas carreiras operadas pela Vimeca. Em causa estão os passes L1 / L12 / L123 / L123SX / L123MA / L123FS / 012 / 023 /123. A operadora, que atua nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Amadora e Sintra, informa no seu comunicado que “fará todos os esforços no sentido de apoiar todos os clientes e de lhes continuar a proporcionar soluções de mobilidade eficientes, de qualidade e acessíveis, como sempre foi a sua filosofia”. Nesse sentido, e “com o intuito de minorar os impactos para todos os seus clientes, a Vimeca irá distribuir um folheto informativo e detalhado com todas as alternativas de passes disponíveis. Estas informações serão também disponibilizadas no site da empresa, em www.vimeca.pt, ou contactando o Gabinete de Apoio ao Cliente, através do telefone 214 357 472”.

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Fonte: Transportes em Revista

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Cobertura TMN em Vila Chã

Caros vizinhos,

No seguimento de algumas reclamações que li no blogue sobre a qualidade da rede TMN no interior das habitações em Vila Chã, fui averiguar e consegui hoje obter a seguinte informação da PT:

“O assunto é conhecido é já está programada uma nova estação para este local. A nova estação chama-se Alto Mina (09LO015) cujos trabalhos de construção se iniciarão na próxima semana estando a conclusão prevista para 29 de Março. A data de colocar ao serviço está prevista até ao final do mês de Abril.”.

Uma boa notícia para todos os clientes TMN que habitam em Vila Chã!

Vamos aguardar?

Um abraço,

Pedro Lourenço @ N.º 3


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Nota: e-mail enviado por Pedro Lourenço