Colabore com o blogue
A partilha de informações e novidades são uma óptima forma de conhecermos melhor o local onde vivemos. Se tiver interesse em colaborar com o blogue, por favor envie as suas mensagens para o nosso contacto.
Para conseguirmos ter o que comprámos, é dever de todos os vizinhos zelar pelo cumprimento do plano de urbanização do Casal de Vila Chã e a correcção de erros já detectados.
Acompanhe os comentários a Promessas por cumprir.
Acompanhe os comentários a Promessas por cumprir.
terça-feira, 24 de abril de 2012
EB 2+3 Cardoso Lopes vai ter um pavilhão desportivo
A Câmara Municipal da Amadora vai avançar, em breve, com a construção do pavilhão desportivo da EB 2+3 Cardoso Lopes que, à semelhança dos já existentes, servirá a população escolar e a população residente. Para tal foi lançado um concurso público, com um preço base de cerca de 1,6 milhões de euros, para a construção deste novo equipamento que vai permitir a prática desportiva em condições dignas, independentemente das condições atmosféricas, e com todas as condições de segurança e higiene.
O edifício será implantado entre as Escolas Cardoso Lopes e Aprígio Gomes.
Ficha Técnica:
- zona principal de jogo, onde se incluem bancadas para o público;
- zona de apoio composta por uma área de atletas, com balneários, duches, vestiários e instalações sanitárias próprias, uma zona destinada a professores e árbitros e instalações sanitárias para o público;
- zona de atendimento junto à zona de entrada;
- posto de socorro;
- arrecadação geral e uma galeria sobre a zona de jogo ao nível do piso superior;
- parque de estacionamento;
- ligações pedonais cobertas com a Escola Cardoso Lopes.
_____
Fonte: Amadora Sempre em Movimento
domingo, 22 de abril de 2012
Amadora aproveita lei para pôr câmaras nas ruas
O número de câmaras de vídeo espalhadas pelas ruas do país deverá aumentar nos próximos meses graças à nova lei de videovigilância, que entrou em vigor no final de Março.
Muitos autarcas vão aproveitar o diploma – que passou a atribuir ao ministro da Administração Interna o poder exclusivo de autorizar a aplicação de sistemas de videovigilância, em detrimento da Comissão de Protecção de Dados (CNPD), cujo parecer deixou de ser vinculativo – para tentar fazer aprovar projectos que, nalguns casos, já tinham sido apreciados e chumbados por aquela Comissão.
É o caso da Amadora. Segundo adiantou ao SOL o presidente da autarquia, Joaquim Raposo, até ao fim do mês dará entrada no Ministério da Administração Interna (MAI) um novo plano (o primeiro foi reprovado em 2010) que contemplará 79 câmaras de videovigilância a instalar em várias artérias do centro da cidade.
Ressalvando que «o objectivo não será vigiar os bairros problemáticos» do concelho, Raposo garante que os equipamentos «deverão ter especial incidência nas avenidas com maior movimento e zonas de transportes públicos».
O autarca assegurou ainda que a Câmara tem disponível um milhão de euros, custo estimado para executar e pôr em funcionamento esta estrutura. Uma última reunião com o novo comandante da PSP da Amadora é o que falta para ultimar pormenores como a localização exacta dos aparelhos. (...)
_____
Fonte: Sol, 22-04-2012
Muitos autarcas vão aproveitar o diploma – que passou a atribuir ao ministro da Administração Interna o poder exclusivo de autorizar a aplicação de sistemas de videovigilância, em detrimento da Comissão de Protecção de Dados (CNPD), cujo parecer deixou de ser vinculativo – para tentar fazer aprovar projectos que, nalguns casos, já tinham sido apreciados e chumbados por aquela Comissão.
É o caso da Amadora. Segundo adiantou ao SOL o presidente da autarquia, Joaquim Raposo, até ao fim do mês dará entrada no Ministério da Administração Interna (MAI) um novo plano (o primeiro foi reprovado em 2010) que contemplará 79 câmaras de videovigilância a instalar em várias artérias do centro da cidade.
Ressalvando que «o objectivo não será vigiar os bairros problemáticos» do concelho, Raposo garante que os equipamentos «deverão ter especial incidência nas avenidas com maior movimento e zonas de transportes públicos».
O autarca assegurou ainda que a Câmara tem disponível um milhão de euros, custo estimado para executar e pôr em funcionamento esta estrutura. Uma última reunião com o novo comandante da PSP da Amadora é o que falta para ultimar pormenores como a localização exacta dos aparelhos. (...)
_____
Fonte: Sol, 22-04-2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Terrenos/"Hortas" em toda a Amadora
Bom dia,
Como residente na cidade da Amadora e mais especificamente do Casal de São Brás, de onde fotografei as imagens que vos envio, sou por este meio, a solicitar um pedido de informação relativamente aos terrenos que constam nas ditas imagens.
O meu pedido é no sentido de saber se estes terrenos, outrora baldios, e que agora se encontram a ser cultivados, se por ventura se encontram para alugar a quem se mostre interessado, ou se qualquer um pode fazer usufruto da forma como mais lhe convier.
Não me parece que todos os que se encontram a usufruir dessas terras, estejam a pagar o que quer que seja, e não me parece que as mesmas, lhes tenham sido concedidas. Ainda por cima, gastam água da rede pública! Estas pessoas apossam-se do que não é deles e depois vão vender o que produzem para a porta do metro, sem taxas legais. É tudo lucro!
É que a vida custa a todos, e custa-me ver pessoas que se calhar nem Portuguesas são, a ganharem o belo à custa dos outros, e à minha custa também, pois como moradora, pago todos e mais alguns impostos, para além das despesas de uma casa, e escola de um filho. Ainda devem ganhar mais que eu, inclusivamente, que miseravelmente ganho ordenado mínimo, mas tenho de pagar impostos sobre tudo o que consumo e gasto diariamente, enquanto outros têm a vida facilitada!
Para além de tudo isto, é a vergonha de morar num local, onde para qualquer lado que se olhe, só se vê hortas, e “lixarada” desta gente! Desvaloriza a zona para quem quer vender casa, e para quem habita a zona, é alvo de gozo por parte de visitas que possa receber em casa.
Se de facto, for com a permissão da Camara Municipal da Amadora, então gostaria de ser informada dos valores de aluguer/utilização de terrenos, caso contrário, agradeço que acabem com a utilização que prolifera deste “vírus” da sociedade!
Fico a aguardar resposta.
Obrigada
____
Nota: e-mail enviado por Elsa Santos, em 09-04-2012, para a Câmara Municipal da Amadora, a Divisão de Planeamento Urbanístico e a Divisão de Espaços Verdes
Como residente na cidade da Amadora e mais especificamente do Casal de São Brás, de onde fotografei as imagens que vos envio, sou por este meio, a solicitar um pedido de informação relativamente aos terrenos que constam nas ditas imagens.
O meu pedido é no sentido de saber se estes terrenos, outrora baldios, e que agora se encontram a ser cultivados, se por ventura se encontram para alugar a quem se mostre interessado, ou se qualquer um pode fazer usufruto da forma como mais lhe convier.
Não me parece que todos os que se encontram a usufruir dessas terras, estejam a pagar o que quer que seja, e não me parece que as mesmas, lhes tenham sido concedidas. Ainda por cima, gastam água da rede pública! Estas pessoas apossam-se do que não é deles e depois vão vender o que produzem para a porta do metro, sem taxas legais. É tudo lucro!
É que a vida custa a todos, e custa-me ver pessoas que se calhar nem Portuguesas são, a ganharem o belo à custa dos outros, e à minha custa também, pois como moradora, pago todos e mais alguns impostos, para além das despesas de uma casa, e escola de um filho. Ainda devem ganhar mais que eu, inclusivamente, que miseravelmente ganho ordenado mínimo, mas tenho de pagar impostos sobre tudo o que consumo e gasto diariamente, enquanto outros têm a vida facilitada!
Para além de tudo isto, é a vergonha de morar num local, onde para qualquer lado que se olhe, só se vê hortas, e “lixarada” desta gente! Desvaloriza a zona para quem quer vender casa, e para quem habita a zona, é alvo de gozo por parte de visitas que possa receber em casa.
Se de facto, for com a permissão da Camara Municipal da Amadora, então gostaria de ser informada dos valores de aluguer/utilização de terrenos, caso contrário, agradeço que acabem com a utilização que prolifera deste “vírus” da sociedade!
Fico a aguardar resposta.
Obrigada
____
Nota: e-mail enviado por Elsa Santos, em 09-04-2012, para a Câmara Municipal da Amadora, a Divisão de Planeamento Urbanístico e a Divisão de Espaços Verdes
domingo, 25 de março de 2012
Nova creche quase pronta
Depois de uma paragem de cerca de um ano, as obras do edifício que vai acolher a nova creche do Centro de Bem Estar Social da Amadora (CEBESA) em Vila Chã, Casal de São Brás têm conclusão prevista dentro de três meses. O equipamento terá capacidade para 66 crianças entre os 4 meses e os cinco anos, numa zona da cidade alvo de uma forte expansão urbanística nos últimos anos. Adiado está, para já, o projecto de construção de uma unidade de cuidados continuados integrados, nos terrenos contíguos aos da creche.
“Não tínhamos capacidade financeira para suportar os dois projectos”, explica Pires Pereira, presidente do CEBESA. Os dois projectos estavam previstos para um terreno, em Vila Chã, com cerca de 4500 metros, propriedade da instituição. No caso da unidade de cuidados continuados integrados, a obra chegou a ter o projecto aprovado com orçamento de cerca de um milhão e meio de euros e financiamento do Ministério da Saúde de quase 700 mil euros. No entanto, “para assegurar o restante investimento teríamos que pedir mais um empréstimo, mas tivemos um corte de cerca de 100 mil euros por ano com a conversão das antigas ATL (Actividades de Tempos Livres) e, por falta de capacidade financeira, optámos, nesta fase, por construir apenas a creche”, salienta o responsável da instituição. “O projecto da unidade não foi totalmente abandonado, tendo em conta que se trata de um equipamento cuja oferta não existe no concelho da Amadora”.
As obras da creche recomeçaram em Janeiro, após um ano de interrupção devido “a razões de ordem financeira”, explicou Pires Pereira. Uma situação que foi ultrapassada porque “a Câmara da Amadora tem tido um papel muito importante na área social, com pessoas muito sensíveis e que colocam em primeiro plano as pessoas, sempre que necessitamos nunca encontramos uma porta fechada”, refere o presidente do CEBESA.
As quatro salas irão acolher as 66 crianças a partir dos 4 meses até à idade escolar. A abertura está prevista para Setembro. Mas, para além das obras, a instituição necessita de comprar todo o equipamento para o funcionamento da creche, desde cadeiras, mesas, computadores, a todo o tipo de material de apoio. “Estamos neste momento a tentar sensibilizar as empresas para a angariação desse material”, explica Pires Pereira reforçando que “as empresas que queiram contribuir, para além de ajudarem o CEBESA, podem ainda descontar nos impostos, através da Lei do Mecenato”. (...)
_____
Fonte: Jornal da Região, 21-03-2012
“Não tínhamos capacidade financeira para suportar os dois projectos”, explica Pires Pereira, presidente do CEBESA. Os dois projectos estavam previstos para um terreno, em Vila Chã, com cerca de 4500 metros, propriedade da instituição. No caso da unidade de cuidados continuados integrados, a obra chegou a ter o projecto aprovado com orçamento de cerca de um milhão e meio de euros e financiamento do Ministério da Saúde de quase 700 mil euros. No entanto, “para assegurar o restante investimento teríamos que pedir mais um empréstimo, mas tivemos um corte de cerca de 100 mil euros por ano com a conversão das antigas ATL (Actividades de Tempos Livres) e, por falta de capacidade financeira, optámos, nesta fase, por construir apenas a creche”, salienta o responsável da instituição. “O projecto da unidade não foi totalmente abandonado, tendo em conta que se trata de um equipamento cuja oferta não existe no concelho da Amadora”.
As obras da creche recomeçaram em Janeiro, após um ano de interrupção devido “a razões de ordem financeira”, explicou Pires Pereira. Uma situação que foi ultrapassada porque “a Câmara da Amadora tem tido um papel muito importante na área social, com pessoas muito sensíveis e que colocam em primeiro plano as pessoas, sempre que necessitamos nunca encontramos uma porta fechada”, refere o presidente do CEBESA.
As quatro salas irão acolher as 66 crianças a partir dos 4 meses até à idade escolar. A abertura está prevista para Setembro. Mas, para além das obras, a instituição necessita de comprar todo o equipamento para o funcionamento da creche, desde cadeiras, mesas, computadores, a todo o tipo de material de apoio. “Estamos neste momento a tentar sensibilizar as empresas para a angariação desse material”, explica Pires Pereira reforçando que “as empresas que queiram contribuir, para além de ajudarem o CEBESA, podem ainda descontar nos impostos, através da Lei do Mecenato”. (...)
_____
Fonte: Jornal da Região, 21-03-2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Assaltos ou publicidade?
Boa tarde,
Sou habitante da Vila Chã e no final da semana passada recebi na minha caixa do correio correspondência da loja de Chaves e Fechaduras, da Amadora, indicando que na última semana um dos prédios da Avenida Carlos César, teria sido alvo de assaltos e, passo a citar a carta, "efectuados por pessoas ou gangs organizados em que com ferramentas profissionais conseguem abrir quase todas as portas até mesmo as blindadas! mesmo que estejam fechadas à chave sem deixar qualquer sinal de arrombamento ou vestígios da sua presença."
Tendo sido a primeira carta que recebi sobre o assunto, sei que não é a primeira a ser colocada nas caixas de correio do prédio onde moro.
Com este e-mail, gostaria de saber se alguém tem conhecimento da situação acima referida como sendo verdade, ou se poderá tratar-se apenas de publicidade da dita loja de Chaves e Fechaduras que, aproveitando-se de alguma situação ocorrida, está a tentar "impingir-nos" material (leia-se "fechaduras novas") que não necessitamos. Caso seja verdade, alguém sabe qual o tipo de fechadura do(s) apartamento(s) assaltado(s)?
Cumprimentos,
Dália Cavaco
____
Nota: e-mail enviado por Dália Cavaco
Sou habitante da Vila Chã e no final da semana passada recebi na minha caixa do correio correspondência da loja de Chaves e Fechaduras, da Amadora, indicando que na última semana um dos prédios da Avenida Carlos César, teria sido alvo de assaltos e, passo a citar a carta, "efectuados por pessoas ou gangs organizados em que com ferramentas profissionais conseguem abrir quase todas as portas até mesmo as blindadas! mesmo que estejam fechadas à chave sem deixar qualquer sinal de arrombamento ou vestígios da sua presença."
Tendo sido a primeira carta que recebi sobre o assunto, sei que não é a primeira a ser colocada nas caixas de correio do prédio onde moro.
Com este e-mail, gostaria de saber se alguém tem conhecimento da situação acima referida como sendo verdade, ou se poderá tratar-se apenas de publicidade da dita loja de Chaves e Fechaduras que, aproveitando-se de alguma situação ocorrida, está a tentar "impingir-nos" material (leia-se "fechaduras novas") que não necessitamos. Caso seja verdade, alguém sabe qual o tipo de fechadura do(s) apartamento(s) assaltado(s)?
Cumprimentos,
Dália Cavaco
____
Nota: e-mail enviado por Dália Cavaco
sexta-feira, 2 de março de 2012
Creche / Berçário Vila Chã
O meu nome é Cátia Nobre e vivo em Vila Chã!! Não sei como poderei "participar" no vosso blog. Gostaria, no entanto, de colocar uma questão: alguém sabe como está o ponto da situação do berçário de Vila Chã? A quem me posso dirigir para saber quando está prevista a sua abertura? Gostaria de entregar uma proposta/projeto de coordenação/gestão daquele espaço.
Se me puderem informar, agradecia!!
Sem mais assunto de momento.
____
Nota: e-mail enviado por Cátia Nobre
Se me puderem informar, agradecia!!
Sem mais assunto de momento.
____
Nota: e-mail enviado por Cátia Nobre
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
CDS-PP propõe seis freguesias
Passar de onze para seis freguesias é também a proposta da concelhia da Amadora do CDS-PP para a reforma da Administração Local, que irá ser apresentada publicamente esta semana e discutida na Assembleia Municipal. Os centristas esperam reunir o “consenso de todos”.
No essencial, a proposta dos democratas cristãos consiste em agregar o centro da cidade em duas grandes freguesias: a Amadora Norte e a Amadora Sul, separadas pela linha de caminhos-de-ferro. A estas, juntar-se-iam as freguesias limítrofes de Alfragide, Damaia e São Brás, extinguindo a Mina, Falagueira, Venda Nova, Reboleira.
A proposta pretende manter a freguesia de Alfragide abrangendo todo o território a sul do IC19, englobando parte das actuais freguesias da Buraca, Damaia e Venteira. A norte do IC19 e a sul da linha férrea, o território divide-se nas freguesias da Damaia e de Amadora Sul, desaparecendo do mapa a Falagueira, Reboleira, Buraca e Venteira. A norte da linha férrea a proposta prevê a criação da Amadora Norte, que engloba a actual freguesia da Mina, parte da Falagueira, Venda Nova e o bairro de Vila Chã. A freguesia de São Brás, embora perca este último bairro, ganha uma parte da freguesia da Brandoa. Alfornelos deixa de existir passando a integrar a freguesia da Brandoa.
José Manuel Pessanha, líder da concelhia, acredita que “por ser uma solução equilibrada e sensata, esta proposta pode reunir o necessário consenso nos órgãos autárquicos”.
Respeitando as "fronteiras naturais", esta proposta “vai além da simples agregação de freguesias vizinhas, propondo corrigir algumas delimitações ilógicas que provêem do passado. De facto, o actual mapa da Amadora apresenta loteamentos divididos entre freguesias e delimitações que serpenteiam ao longo da IC19”.
Contrariando a posição do presidente da autarquia, Joaquim Raposo que defende a criação de seis freguesias partindo de um território sem ser dividido, “o CDS-PP considera que seria errado forjar um novo mapa a partir do zero, já que tal processo poderia gerar a tentação de construir freguesias à medida dos partidos e não em função do interesse público”.
_____
Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012
No essencial, a proposta dos democratas cristãos consiste em agregar o centro da cidade em duas grandes freguesias: a Amadora Norte e a Amadora Sul, separadas pela linha de caminhos-de-ferro. A estas, juntar-se-iam as freguesias limítrofes de Alfragide, Damaia e São Brás, extinguindo a Mina, Falagueira, Venda Nova, Reboleira.
A proposta pretende manter a freguesia de Alfragide abrangendo todo o território a sul do IC19, englobando parte das actuais freguesias da Buraca, Damaia e Venteira. A norte do IC19 e a sul da linha férrea, o território divide-se nas freguesias da Damaia e de Amadora Sul, desaparecendo do mapa a Falagueira, Reboleira, Buraca e Venteira. A norte da linha férrea a proposta prevê a criação da Amadora Norte, que engloba a actual freguesia da Mina, parte da Falagueira, Venda Nova e o bairro de Vila Chã. A freguesia de São Brás, embora perca este último bairro, ganha uma parte da freguesia da Brandoa. Alfornelos deixa de existir passando a integrar a freguesia da Brandoa.
José Manuel Pessanha, líder da concelhia, acredita que “por ser uma solução equilibrada e sensata, esta proposta pode reunir o necessário consenso nos órgãos autárquicos”.
Respeitando as "fronteiras naturais", esta proposta “vai além da simples agregação de freguesias vizinhas, propondo corrigir algumas delimitações ilógicas que provêem do passado. De facto, o actual mapa da Amadora apresenta loteamentos divididos entre freguesias e delimitações que serpenteiam ao longo da IC19”.
Contrariando a posição do presidente da autarquia, Joaquim Raposo que defende a criação de seis freguesias partindo de um território sem ser dividido, “o CDS-PP considera que seria errado forjar um novo mapa a partir do zero, já que tal processo poderia gerar a tentação de construir freguesias à medida dos partidos e não em função do interesse público”.
_____
Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012
Novas freguesias em debate
Joaquim Raposo vai ouvir durante esta semana todos os partidos com representação nos órgãos autárquicos da Amadora para apresentar a sua proposta para a reorganização administrativa que o Governo pretende levar por diante ainda este ano. Perante a Assembleia Municipal, o autarca comprometeu-se em ouvir de seguida os presidentes das 11 juntas de freguesia e propôs a realização de debates em todas elas.
“Não queremos ficar à espera que seja o Governo a impor uma divisão do território definida a régua e calculadora. Por isso, a abordagem que fiz desta matéria foi a partir dos pressupostos do Livro Verde assinado pela ‘troika’. Pedi aos serviços da autarquia que elaborassem um novo mapa, partindo do zero, no sentido de dividir o concelho de acordo com os equipamentos, características da população, mas também atendendo às barreiras físicas como a linha férrea, o IC19 e a CRIL”, explicou o presidente da Câmara durante a reunião da Assembleia Municipal, que se realizou na última quinta-feira, dia 23 de Fevereiro, depois de questionado por alguns partidos sobre o início da discussão relativa a esta matéria.
Raposo acrescentou que vai iniciar um conjunto de reuniões com todos os partidos. "Começarei pelo PS, porque é o partido mais votado, depois apresentarei a proposta à comissão da Assembleia Municipal. Seguir-se-ão as audições com os presidentes de junta e pretendo ainda que as assembleias de freguesia discutam a matéria", anunciou.
O autarca explicou que embora o Governo tenha dado até ao final de Março para que todos os municípios possam apresentar as suas propostas, “ainda não foi aprovado pela Assembleia da República o projecto-lei que define quais os critérios a adoptar para a divisão dos territórios”, por isso, “a seu tempo iremos fazer chegar a nossa proposta”.
Apesar de ainda não se conhecer qual a proposta concreta que Joaquim Raposo tem para a divisão do território da Amadora, o autarca já fez saber que defende a passagem de onze para seis freguesias que possam englobar vários bairros, sem que estes percam identidade própria. O autarca diz ser “importante que se parta do zero para criar as freguesias e que os nomes sejam criados de raiz”, sugerindo mesmo designações como “Mães de Água ou Santa Teresinha”. Todavia, acrescenta, “todos os bairros vão manter a sua identidade e cultura, a sede de freguesia é que será outra”.
Apesar de reconhecer que “esta reorganização não vai tirar o país da crise, também não serão os municípios a contribuir para o seu agravamento”, sublinha que “nem que seja pelos números, vai ser necessário reduzir não só as freguesias, como os lugares dos eleitos”.
Joaquim Raposo espera que com a sua proposta possa vir a reduzir cerca de 100 lugares, entre juntas e Assembleia Municipal. Garante que com esta reforma as autarquias terão um desafio acrescido para gerir de forma mais “rentável” os municípios. Nos tempos que se adivinham, “serão as autarquias a dar uma maior resposta às questões sociais pois terão mais perto das populações”.
_____
Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012
“Não queremos ficar à espera que seja o Governo a impor uma divisão do território definida a régua e calculadora. Por isso, a abordagem que fiz desta matéria foi a partir dos pressupostos do Livro Verde assinado pela ‘troika’. Pedi aos serviços da autarquia que elaborassem um novo mapa, partindo do zero, no sentido de dividir o concelho de acordo com os equipamentos, características da população, mas também atendendo às barreiras físicas como a linha férrea, o IC19 e a CRIL”, explicou o presidente da Câmara durante a reunião da Assembleia Municipal, que se realizou na última quinta-feira, dia 23 de Fevereiro, depois de questionado por alguns partidos sobre o início da discussão relativa a esta matéria.
Raposo acrescentou que vai iniciar um conjunto de reuniões com todos os partidos. "Começarei pelo PS, porque é o partido mais votado, depois apresentarei a proposta à comissão da Assembleia Municipal. Seguir-se-ão as audições com os presidentes de junta e pretendo ainda que as assembleias de freguesia discutam a matéria", anunciou.
O autarca explicou que embora o Governo tenha dado até ao final de Março para que todos os municípios possam apresentar as suas propostas, “ainda não foi aprovado pela Assembleia da República o projecto-lei que define quais os critérios a adoptar para a divisão dos territórios”, por isso, “a seu tempo iremos fazer chegar a nossa proposta”.
Apesar de ainda não se conhecer qual a proposta concreta que Joaquim Raposo tem para a divisão do território da Amadora, o autarca já fez saber que defende a passagem de onze para seis freguesias que possam englobar vários bairros, sem que estes percam identidade própria. O autarca diz ser “importante que se parta do zero para criar as freguesias e que os nomes sejam criados de raiz”, sugerindo mesmo designações como “Mães de Água ou Santa Teresinha”. Todavia, acrescenta, “todos os bairros vão manter a sua identidade e cultura, a sede de freguesia é que será outra”.
Apesar de reconhecer que “esta reorganização não vai tirar o país da crise, também não serão os municípios a contribuir para o seu agravamento”, sublinha que “nem que seja pelos números, vai ser necessário reduzir não só as freguesias, como os lugares dos eleitos”.
Joaquim Raposo espera que com a sua proposta possa vir a reduzir cerca de 100 lugares, entre juntas e Assembleia Municipal. Garante que com esta reforma as autarquias terão um desafio acrescido para gerir de forma mais “rentável” os municípios. Nos tempos que se adivinham, “serão as autarquias a dar uma maior resposta às questões sociais pois terão mais perto das populações”.
_____
Fonte: Jornal da Região, 28-02-2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Banda da PSP na Escola Aprígio Gomes
No âmbito do Programa Escola Segura, a Banda da PSP vai dar um concerto para toda a comunidade da Escola JI/EB1 Aprígio Gomes (Mina), na sexta-feira, 24 de Fevereiro, durante a manhã. O objectivo é o de aproximar os 463 alunos daquele estabelecimento de ensino e a polícia.
_____
Fonte: Jornal da Região, 21-02-2012
_____
Fonte: Jornal da Região, 21-02-2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
O condómino ideal
Respeita o direito ao descanso e tranquilidade dos vizinhos, não produzindo ruídos que os incomodem.
Não estende a roupa a pingar e dobra-a para que não tape a janela do vizinho de baixo.
Fuma na varanda, com um cinzeiro na mão, para recolher as pontas de cigarro.
Chega a horas às assembleias de condomínio e participa com respeito pelos presentes, apresentando soluções positivas. Quando não pode estar presente numa assembleia, faz-se representar por procuração.
Confere os balancetes apresentados e, quando tem dúvidas, pede esclarecimentos ao administrador.
Paga as quotas do condomínio sempre atempadamente.
Faz as obras necessárias na sua fração de forma a não prejudicar a segurança e o arranjo estético do edifício.
Antes de efectuar alguma obra na sua fração, informa o administrador para que ele, nos termos do Regulamento Geral do Ruído, informe os restantes condóminos dos dias e horas em que realizarão as obras na sua fração.
Não executa obras novas que prejudiquem a segurança ou a linha arquitectónica do prédio.
Respeita os horários para a realização das obras, das 8 às 18 horas, efectuando-as só nos dias úteis.
Se a obra pretendida alterar a linha arquitectónica do edifício, pede ao administrador que convoque uma assembleia para apresentar o projecto e pedir autorização aos restantes condóminos.
Se não obtiver autorização da maioria necessária, abster-se-á de realizar a obra (que poderá ser, por exemplo, a colocação de um toldo ou instalação de uma marquise).
Usa a sua fração apenas de acordo com o fim a que é destinada.
Não pratica atos que tenham sido proibidos no título constitutivo da propriedade ou posteriormente em assembleia de condóminos.
Cumpre o Regulamento Interno do Condomínio.
Tem o seguro contra o risco de incêndio (ou multi riscos) da fração em dia e apresenta prova desse facto anualmente ao administrador.
Nunca deixa o animal de estimação à solta nas partes comuns do edifício.
Quando vai passear o animal de estimação, leva-o sempre preso pela trela e tem consigo um saco para apanhar do chão os “presentes” do seu animal.
Frequentou uma escola de treino de cães onde ambos aprenderam a gerir as regras básicas de comando.
O seu “Boby” é um cão obediente e feliz, por isso não incomoda os vizinhos com latidos e uivos, nem ladra.
Zela pela higiene do condomínio e bom funcionamento dos seus equipamentos.
É simpático, cortês e solidário. Está sempre pronto para ajudar em caso de necessidade.
É o condómino que se gosta de ter como vizinho.
Todos podem ser este condómino, é só querer!
_____
Fonte: Loja do Condomínio
Não estende a roupa a pingar e dobra-a para que não tape a janela do vizinho de baixo.
Fuma na varanda, com um cinzeiro na mão, para recolher as pontas de cigarro.
Chega a horas às assembleias de condomínio e participa com respeito pelos presentes, apresentando soluções positivas. Quando não pode estar presente numa assembleia, faz-se representar por procuração.
Confere os balancetes apresentados e, quando tem dúvidas, pede esclarecimentos ao administrador.
Paga as quotas do condomínio sempre atempadamente.
Faz as obras necessárias na sua fração de forma a não prejudicar a segurança e o arranjo estético do edifício.
Antes de efectuar alguma obra na sua fração, informa o administrador para que ele, nos termos do Regulamento Geral do Ruído, informe os restantes condóminos dos dias e horas em que realizarão as obras na sua fração.
Não executa obras novas que prejudiquem a segurança ou a linha arquitectónica do prédio.
Respeita os horários para a realização das obras, das 8 às 18 horas, efectuando-as só nos dias úteis.
Se a obra pretendida alterar a linha arquitectónica do edifício, pede ao administrador que convoque uma assembleia para apresentar o projecto e pedir autorização aos restantes condóminos.
Se não obtiver autorização da maioria necessária, abster-se-á de realizar a obra (que poderá ser, por exemplo, a colocação de um toldo ou instalação de uma marquise).
Usa a sua fração apenas de acordo com o fim a que é destinada.
Não pratica atos que tenham sido proibidos no título constitutivo da propriedade ou posteriormente em assembleia de condóminos.
Cumpre o Regulamento Interno do Condomínio.
Tem o seguro contra o risco de incêndio (ou multi riscos) da fração em dia e apresenta prova desse facto anualmente ao administrador.
Nunca deixa o animal de estimação à solta nas partes comuns do edifício.
Quando vai passear o animal de estimação, leva-o sempre preso pela trela e tem consigo um saco para apanhar do chão os “presentes” do seu animal.
Frequentou uma escola de treino de cães onde ambos aprenderam a gerir as regras básicas de comando.
O seu “Boby” é um cão obediente e feliz, por isso não incomoda os vizinhos com latidos e uivos, nem ladra.
Zela pela higiene do condomínio e bom funcionamento dos seus equipamentos.
É simpático, cortês e solidário. Está sempre pronto para ajudar em caso de necessidade.
É o condómino que se gosta de ter como vizinho.
Todos podem ser este condómino, é só querer!
_____
Fonte: Loja do Condomínio
Subscrever:
Mensagens (Atom)

