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domingo, 30 de março de 2014

Amadora quer prolongar carreiras da Carris até à Reboleira

A presidente da Câmara da Amadora, Carla Tavares (PS), visitou hoje várias zonas do concelho onde estão projetadas obras de requalificação de espaços públicos.

O parque urbano Armando Romão, na Reboleira, encontra-se vedado ao meio há cerca de três anos.

O espaço vai ser requalificado pelo Metropolitano de Lisboa no âmbito da conclusão dos trabalhos de prolongamento da linha azul à Reboleira. Segundo o vereador das Obras Municipais e Espaços Verdes, Gabriel Oliveira, o projeto contempla a abertura de uma ligação viária junto ao parque e 35 lugares de estacionamento.

A área envolvente ao respiradouro do troço terminal do metro, com "70 metros de profundidade", vai ser objeto de reabilitação, nos equipamentos urbanos e na iluminação pública, numa obra financiada pelo Metropolitano, através da empreitada de prolongamento do troço da linha entre as estações de Amadora/Este e da Reboleira, com ligação à linha ferroviária de Sintra.

A presidente da autarquia apresentou depois o projeto de requalificação da Avenida D. Carlos I, que liga a Damaia à estação da Reboleira. Os dois quilómetros que separam as duas estações da CP - Comboios de Portugal vão ter quatro vias de circulação, espaços pedonais e para uso de ciclistas e zonas de estacionamento.

A obra está estimada "entre 600 a 800 mil euros" e, segundo Carla Tavares, deverá ficar pronta a tempo da abertura da estação do metro da Reboleira, "em dezembro de 2015", segundo a previsão do Metropolitano de Lisboa.

"Estamos a trabalhar com a Carris para que algumas carreiras cheguem até á estação da Reboleira", adiantou a autarca.

O interface da estação da Reboleira ficará também a cargo do Metropolitano. Carla Tavares salientou que a conclusão do prolongamento da linha azul "é uma mais-valia quer para a Amadora, quer para os moradores na Linha de Sintra".

O túnel com 579,2 metros, a estação e zona terminal estão construídos, faltando apenas os carris e acabamentos. A primeira fase custou cerca de 45 milhões de euros e a empreitada final vai orçar em mais 15 milhões de euros, "comparticipados a 100% por fundos comunitários".

A ligação do metropolitano com a linha da CP na Reboleira também "vai ajudar a aproximar as populações" que passaram a constituir a nova freguesia das Águas Livres, acredita o presidente da junta, Jaime Garcia (PS). "É uma infraestrutura que não serve só a Reboleira, mas também beneficia a Buraca e a Damaia", notou o autarca.

Carla Tavares admitiu que, no atual quadro económico, o projeto de metro de superfície dificilmente verá a luz do dia. Adiado ficará também o projetado prolongamento da rede do metropolitano até ao Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra).

A requalificação da Cova da Moura é outro projeto que vai ficar no papel, depois de o Governo ter suspendido o financiamento previsto. "A câmara não tem dinheiro para um projeto dessa dimensão", reconheceu a autarca, acrescentando que o município vai continuar a apoiar a parceria com a associação de moradores.

Apesar de lamentar a suspensão da requalificação da Cova da Moura, Carla Tavares sublinhou que o bairro faz parte da cidade e confessou-se "mais preocupada com o bairro 6 de maio", na Damaia.

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Fonte: Notócias ao Minuto, 21-03-2014

Apartamento T2 para alugar

Boa tarde,

O meu nome é Patrícia Teixeira, sou do Porto mas começo a trabalhar em Lisboa no início do mês e tenho bastante urgência em encontrar apartamento na zona de Vila Chã. Queria saber, por favor, se me podem indicar algum T2 para alugar na urbanização. A zona foi-me recomendada por familiares em Lisboa e que vivem ai perto. Tenho a máxima urgência em mudar.

Obrigada,

Patrícia


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Nota: e-mail enviado por Patrícia Teixeira

segunda-feira, 10 de março de 2014

Concurso para prolongar linha da Amadora lançado até Março

O concurso público para as obras de conclusão do prolongamento do metro no concelho da Amadora, entre as estações de Amadora Este e Reboleira, vai ser lançado até ao final de Março, disse hoje fonte do Metropolitano de Lisboa.

A assessoria de imprensa da transportadora disse à agência Lusa que está previsto o lançamento, ainda "no primeiro trimestre deste ano", do concurso público para concluir o prolongamento da linha azul do metro, entre aquelas estações.

"A obra deverá ter início no último trimestre de 2014", prevendo-se "a abertura da estação da Reboleira para Dezembro de 2015". Esta informação surge após a presidente da Câmara da Amadora, Carla Tavares (PS), ter enviado à Secretaria de Estado dos Transportes uma moção aprovada por unanimidade no executivo municipal, para que seja dada prioridade à conclusão das obras da estação do metro da Reboleira.

O prolongamento da rede do metropolitano à Reboleira permitirá estabelecer ligação com a linha ferroviária de Sintra. Segundo Francisco Santos, vereador da CDU na Câmara da Amadora, "a obra está praticamente pronta. O túnel está feito e só faltam os acabamentos".

O estudo de impacte ambiental do prolongamento do metro à Reboleira data de 2007 e no documento previa-se o início da obra em 2008 e a abertura à exploração em agosto de 2010. As obras, no entanto, foram suspensas devido a problemas de financiamento.

A empreitada estava estimada em 55 milhões de euros, comparticipados através de verbas comunitárias do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e pelo Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).

O projecto consiste na construção de um túnel com 579,2 metros, estação e zona terminal, para a inversão dos comboios. O túnel está construído e a estação aguarda por arranjos finais, para que possa satisfazer uma procura estimada de 20.000 passageiros diários.

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Fonte: Económico, 07-03-2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

Arrendar casa II

Boa tarde,

Gostaria de alugar um apartamento com 3 quartos na vossa localização, pelo período de 3/ 4 meses (Maio a Agosto).

Agradeço a vossa atenção, ficando aguardar uma resposta com a maior brevidade.


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Nota: e-mail enviado por Patrícia Carrilho

Arrendar casa

Boa tarde,

Procuro T2 na urbanização para arrendar. Somos pais recentes e com isso pretendemos o conforto que a Vila Chã oferece. Estamos com alguma urgência nesta procura.

Agradecemos a atenção.

Catarina Coelho Dias


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Nota: e-mail enviado por Catarina Coelho Dias

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Fibra na Urbanizaçã​o de Vila Chã

Boa Tarde,

Sou moradora na urbanização de Vila Chã na Avenida Fernando Valle no lote 53 (ou nº 7). Várias operadoras já têm fibra na urbanização (MEO e ZON), será que alguém me poderá ajudar relativamente a qual prédio e em que Rua ou Avenida a Vodafone já instalou fibra. Ou será que a Vodafone não tem mesmo fibra na Urbanização de Vila Chã?... é que tenho instalada a ADSL e não funciona nada bem...

Será que podem me ajudar?... é que queria mudar para fibra mas a Vodafone pelos vistos está a pedir a caixa onde instalou a fibra, pelos vistos não devem ter a base de dados actualizada...

Fico agradecida se houver uma resposta a esta questão,

Obrigado


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Nota: e-mail enviado por Maria Rosa Esteves

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Arrendamento T1 ou T2 na Vila Chã

Boa tarde,

Sendo este um blog da urbanização da Vila Chã gostaria de questionar se alguém tem o conhecimento de algum imóvel nesta urbanização para arrendamento (T1 ou T2), ando à procura mas não tenho encontrado nada :(. Tinha um grande interesse em arrendar nessa zona, se alguém souber de alguma coisa agradecia o contato sff, o meu mail é: yozita@gmail.com

Desde já muito obrigado,
Cumprimentos,
Vanessa


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Nota: e-mail enviado por Vanessa Neves

domingo, 19 de janeiro de 2014

Informaçõe​s acerca de berçário na zona Amadora

Olá Vizinhos,

Sou moradora da Urb. Vila Chã e gostaria de saber a vossa opinião quanto aos berçários que existem na nossa zona.

Estou grávida do meu primeiro bebé, por isso a modos que sou novata em tudo.... :)

Gostaria de saber as vossas recomendações, que berçários que conhecem?

Têm ideias de que preços e condições que praticam?

Estou com 5 meses e queria ir conhecer as instalações, saber como se fazem as inscrições e tudo isso, mas antes se poderem passar as vossas experiências seria muito útil...

Qualquer informação será valiosa!!!

Obrigado desde já.

Cumptos


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Nota: e-mail enviado por Carla Santos

Prepare-se para o pior e tudo corre pelo melhor

Um edifício é algo tão vital, importante e valioso que não poderá estar à mercê da sorte. Cabe a todos a responsabilidade de prevenir os sinistros e limitar as suas consequências.

São consideradas medidas de prevenção de incêndios todas as ações tendentes a manter nas melhores condições de segurança os espaços, os sistemas e os equipamentos, tais como:

- Não fumar nos locais de maior risco de incêndio;
- Ter atenção às instalações elétricas, não sobrecarregá-las, não utilizar equipamentos não regulamentares, não realizar reparações improvisadas ou provisórias;
- Realizar a recolha de lixo de forma periódica, sem armazenar um grande volume num espaço muito pequeno;
- Assegurar que existem extintores suficientes, em número e tipo, e que estejam localizados no sítio mais adequado;
- Garantir que existe sinalização de segurança no edifício, principalmente para os equipamentos de primeira intervenção e todos os outros dispositivos que possam ter de ser operados manualmente, bem como para as vias e caminhos de evacuação;
- Selecionar mentalmente os meios de extinção adequados e sua localização, prevendo possíveis situações de emergência;
- Comunicar à administração, da forma mais célere possível, qualquer anomalia que interfira com a segurança;
- Providenciar rapidamente todas as reparações que se mostrem necessárias;
- Afixar os contactos de emergência em pontos-chave do edifício (o indicado será uma folha de formato A5 para o interior da cada fração, e uma A4 junto dos acessos da entrada e pisos);
- Não colocar nada a obstruir a ação das portas “corta-fogo”, pois estas têm a função de impedir a passagem das chamas, fumos e gases para o outro lado da folha da porta;
- Garantir que as portas “corta-fogo”, os extintores, os carreteis de incêndio, a iluminação de emergência, a sinalização, a deteção e o alarme automático de incêndio têm manutenções e reparações feitas por empresas certificadas e registadas para o efeito (certificadas para a manutenção de extintores pela norma NP4413/2012, e para os restantes equipamentos pela norma NP 4513/2012);
- Não armazenar grandes quantidades de materiais em espaços de pequeno volume, tais como arrecadações, ou em lugares de garagem ou parqueamento de veículos;
- Não armazenar combustíveis líquidos e gasosos de natureza inflamável em quantidades que possam favorecer o início, desenvolvimento ou progressão de um incêndio;
- Promover a sensibilização, formação e treino de todos os condóminos para a prevenção de incêndios e para a preparação da sua atuação em caso de incêndio, evacuação, fuga de gás, sismo ou outra situação de emergência.

Para que todas estas necessidades sejam supridas, é necessário que os condóminos participem ativamente e de forma integrada na segurança das pessoas e das atividades presentes nos edifícios.

A legislação prevê a existência de delegados de segurança (pessoa designada pelo responsável de segurança de uma dada entidade para dirigir e coordenar as medidas de autoproteção dessa entidade na área da segurança contra incêndios em edifícios). A bem da segurança, pretende-se que esta função seja desempenhada por um condómino que conheça bem a organização do edifício, tenha conhecimentos, pelo menos teóricos, de segurança contra incêndio e um bom relacionamento humano, para que consiga coadjuvar o responsável de segurança (administrador) nesta matéria tão importante e sensível.

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Fonte: Loja do Condomínio, 02-01-2014

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Dificuldades também nos condomínios

Maria Silva foi um dos muitos portugueses que viram o seu salário ser reduzido de forma substancial e com isso as despesas que habitualmente tinha a seu encargo serem postas em causa, nomeadamente o pagamento ao banco do crédito da casa e de todas as outras inerentes à manutenção da habitação.
Sozinha e sem qualquer ajuda, passou a ter mais dificuldade em pagar os bens essenciais e algumas das contas habituais, nomeadamente o condomínio, que no seu caso tem um valor de 35 euros por mês. “Entre luz, água, gás, alimentação e transportes, não sobra mais nada para fazer face a outras despesas, nomeadamente o condomínio, que se tornou um peso difícil de cumprir. A dívida começou a crescer e tive de encontrar mais alguns trabalhos para começar a pagar o que está em atraso”, revela Maria.

Este é um dos muitos exemplos de famílias portuguesas que neste momento não conseguem cumprir e pagar todas as obrigações financeiras. E no momento de cortar despesas fica de fora, na maioria das vezes, o condomínio.

Mas ser proprietário de um imóvel não representa apenas o interior da casa, mas também os espaços comuns de todo o prédio. Cabe a todos os proprietários de qualquer edifício de habitação, serviços, escritórios ou de qualquer outro imóvel zelarem pela manutenção, conservação e limpeza desses espaços, assim como da estrutura dos edifícios em caso de degradação e reparação.

É habitual e obrigatório existir uma despesa mensal ou anual, a repartir entre todos os proprietários, para cobrir esses gastos comuns.

Dívida subiu 2%

Paulo Antunes, CEO da LDC - Loja do Condomínio, adiantou ao SOL que, nos últimos dois anos, houve um agravamento dos valores em dívida de 2%. “A cobrança de quotas de condomínio tem vindo a tornar-se uma tarefa mais difícil, principalmente quando se trata de quotas extra, para fazer face a imprevistos”, explica.

O gestor revela que a principal forma de gerir o problema é tentar evitá-lo, mas há outras duas hipóteses. Uma é o pré-contencioso, onde se tenta chegar ao pagamento, ou a um acordo de pagamento. Se esta fase não resultar, deve-se enveredar pela via judicial, pois só assim se garante o funcionamento do condomínio. “Nesta questão, que pode parecer um pouco dura, é preciso ter em conta que o condomínio tem muita relevância na manutenção do valor das casas. Com a oferta imobiliária actual, dificilmente se vende uma fracção num condomínio degradado, e a manutenção é uma responsabilidade de todos”, salienta.

Paulo Antunes tem consciência de que as famílias enfrentam orçamentos mais restritivos, e o condomínio choca com várias outras despesas. (...)

Segundo um estudo da DECO Proteste, as dívidas do condomínio acabam por causar muitas vezes a degradação das relações dos proprietários e são 34% das causas apontadas para uma má vizinhança. Segundo o estudo, é o principal motivo para os problemas mais comuns dos prédios.

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Fonte: SOL, 02-12-2013