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Para conseguirmos ter o que comprámos, é dever de todos os vizinhos zelar pelo cumprimento do plano de urbanização do Casal de Vila Chã e a correcção de erros já detectados.
Acompanhe os comentários a Promessas por cumprir.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Espaços verdes e centopeias
Boa Noite,
Moro na Av. António Ribeiro Chiado num r/c, e este verão tenho centopeias na minha casa, gostaria de saber se alguém da urbanização está com o mesmo problema?
Também alguém sabe porque deixaram de regar os canteiros das árvores e de repente começamos a ter o pouco verde que havia a secar.
Na minha AVENIDA está tudo seco e os canteiros daqui a pouco parecem matagais, é pela falta de limpeza que aparecem as centopeias, acho que devido a essa falta de manutenção, este verão tenho estes bichos na minha casa...
Cumprimentos
____
Nota: e-mail enviado por Carla Silva
Moro na Av. António Ribeiro Chiado num r/c, e este verão tenho centopeias na minha casa, gostaria de saber se alguém da urbanização está com o mesmo problema?
Também alguém sabe porque deixaram de regar os canteiros das árvores e de repente começamos a ter o pouco verde que havia a secar.
Na minha AVENIDA está tudo seco e os canteiros daqui a pouco parecem matagais, é pela falta de limpeza que aparecem as centopeias, acho que devido a essa falta de manutenção, este verão tenho estes bichos na minha casa...
Cumprimentos
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Nota: e-mail enviado por Carla Silva
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Estacionamento abusivo e excesso de velocidade V
Boa tarde,
Ora aqui está uma notícia que me deixa bastante contente e que certamente irá contribuir para o sossêgo e segurança de quem escolheu Vila Chã para morar.
Valeu a pena o esforço!
Cumprimentos.
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Nota: e-mail enviado por moradorvilacha @hotmail.com
Mais informações em:
Estacionamento abusivo e excesso de velocidade IV
Ora aqui está uma notícia que me deixa bastante contente e que certamente irá contribuir para o sossêgo e segurança de quem escolheu Vila Chã para morar.
Valeu a pena o esforço!
Cumprimentos.
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Nota: e-mail enviado por moradorvilacha @hotmail.com
Mais informações em:
Estacionamento abusivo e excesso de velocidade IV
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Calendário de Reuniões a realizar sobre Reorganização Administrativa da Amadora
Terminado o período de participação pública através do site criado para o efeito (que decorre ainda até 31 de agosto), ir-se-ão realizar reuniões nas Juntas de Freguesia de São Brás e Mina, nas datas abaixo indicadas:
Mina
10-09-2012 | 21:00 | Av. Movimento das Forças Armadas, nº 14, 1º
São Brás
12-09-2012 | 21:00 | Praceta Moinho da Boba, nº 10 C
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Fonte: Câmara Minucipal da Amadora, 23-08-2012
Mina
10-09-2012 | 21:00 | Av. Movimento das Forças Armadas, nº 14, 1º
São Brás
12-09-2012 | 21:00 | Praceta Moinho da Boba, nº 10 C
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Fonte: Câmara Minucipal da Amadora, 23-08-2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Saiba como pode baixar o IMI
Imóveis recentes também poupam
(...) Uma das parcelas que determina o valor tributário de um imóvel é o preço do terreno no ano da construção. O valor do metro quadrado foi sempre inflacionado, desde os 600 euros iniciais até 615 euros em 2008, como pode ver na figura ao lado. A partir desse ano, o fisco baixou gradualmente os preços para responder à crise no mercado imobiliário. O preço estabilizou-se desde 2010 nos 603 euros. Se a sua habitação foi avaliada entre 2006 e 2008, o valor de construção que ainda hoje é considerado para efeitos fiscais é de 615 euros por metro quadrado, quando as próprias Finanças já reduziram este valor para 603 euros. Esta variável não é actualizada automaticamente, por isso pode estar a pagar um IMI superior ao que estaria se a avaliação tivesse sido feita em 2012. O coeficiente de vetustez é outra variável considerada para o cálculo do valor patrimonial tributário: depende do número inteiro de anos desde a data da licença de utilização ou da data de conclusão das obras de edificação. Este valor diminui em função da antiguidade do imóvel. Mas, mais uma vez, esta variável não é actualizada automaticamente e, assim, o valor considerado pode não ser o real, mas o do ano da avaliação. Se o seu imóvel tiver sido avaliado pelas regras do código do IMI no ano da emissão da licença de utilização e se, após três anos, pedir uma nova avaliação, o valor do imposto terá uma redução de 10% apenas pelo efeito do coeficiente de vetustez, não considerando eventuais impactos de outras variáveis.
Simule antes de pedir uma avaliação
Antes de solicitar uma actualização do valor patrimonial deve averiguar se poupará. Pode recorrer ao sítio na Internet da Autoridade Tributária e Aduaneira que permite simular esse valor. Ao efectuar a simulação confirme que não ocorreram ajustamentos nos outros coeficientes (como o coeficiente de localização e o coeficiente de qualidade e conforto). O resultado obtido em www.e-financas.gov.pt/SIGIMI/default.jsp deve ser comparado com o montante indicado na caderneta predial actualizada. Se o valor da simulação for inferior ao valor da caderneta, então pode valer a pena proceder junto das Finanças a uma reclamação da matriz, com base na desactualização do valor patrimonial tributário, pois o seu IMI deverá baixar.
Pedido de avaliação
Só pode fazer este pedido se já tiverem passados três anos desde a última avaliação. Para solicitar a reclamação tem de apresentar nas Finanças um documento escrito com os fundamentos do pedido. O pedido de reclamação ainda é gratuito. Se não concordar com o valor patrimonial tributário atribuído, pode pedir uma segunda avaliação no prazo de 30 dias a contar da data de notificação. Esta avaliação tem um custo mínimo de 765 euros, podendo atingir os 3.060 euros. Este valor não é reembolsável, mesmo que o fisco lhe dê razão.
Poupe nos esgotos
Em algumas autarquias, a taxa de conservação de esgotos incide sobre o valor patrimonial do imóvel. Se o prédio urbano tiver sido avaliado pelo código do IMI, a taxa não pode exceder um oitavo da taxa do IMI. Para os outros prédios, a taxa é superior, não podendo exceder um quarto da taxa do IMI. (...)
Finanças devem actualizar idade dos imóveis
O coeficiente de vetustez depende unicamente da idade do imóvel. Todavia, se o proprietário não fizer alguma coisa, o coeficiente não é actualizado pelo fisco à medida que o prédio envelhece. Ao não ser actualizado automaticamente, são colectados impostos e taxas em excesso. (...)
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Fonte: Diário Económico, 06-07-2012
(...) Uma das parcelas que determina o valor tributário de um imóvel é o preço do terreno no ano da construção. O valor do metro quadrado foi sempre inflacionado, desde os 600 euros iniciais até 615 euros em 2008, como pode ver na figura ao lado. A partir desse ano, o fisco baixou gradualmente os preços para responder à crise no mercado imobiliário. O preço estabilizou-se desde 2010 nos 603 euros. Se a sua habitação foi avaliada entre 2006 e 2008, o valor de construção que ainda hoje é considerado para efeitos fiscais é de 615 euros por metro quadrado, quando as próprias Finanças já reduziram este valor para 603 euros. Esta variável não é actualizada automaticamente, por isso pode estar a pagar um IMI superior ao que estaria se a avaliação tivesse sido feita em 2012. O coeficiente de vetustez é outra variável considerada para o cálculo do valor patrimonial tributário: depende do número inteiro de anos desde a data da licença de utilização ou da data de conclusão das obras de edificação. Este valor diminui em função da antiguidade do imóvel. Mas, mais uma vez, esta variável não é actualizada automaticamente e, assim, o valor considerado pode não ser o real, mas o do ano da avaliação. Se o seu imóvel tiver sido avaliado pelas regras do código do IMI no ano da emissão da licença de utilização e se, após três anos, pedir uma nova avaliação, o valor do imposto terá uma redução de 10% apenas pelo efeito do coeficiente de vetustez, não considerando eventuais impactos de outras variáveis.
Simule antes de pedir uma avaliação
Antes de solicitar uma actualização do valor patrimonial deve averiguar se poupará. Pode recorrer ao sítio na Internet da Autoridade Tributária e Aduaneira que permite simular esse valor. Ao efectuar a simulação confirme que não ocorreram ajustamentos nos outros coeficientes (como o coeficiente de localização e o coeficiente de qualidade e conforto). O resultado obtido em www.e-financas.gov.pt/SIGIMI/default.jsp deve ser comparado com o montante indicado na caderneta predial actualizada. Se o valor da simulação for inferior ao valor da caderneta, então pode valer a pena proceder junto das Finanças a uma reclamação da matriz, com base na desactualização do valor patrimonial tributário, pois o seu IMI deverá baixar.
Pedido de avaliação
Só pode fazer este pedido se já tiverem passados três anos desde a última avaliação. Para solicitar a reclamação tem de apresentar nas Finanças um documento escrito com os fundamentos do pedido. O pedido de reclamação ainda é gratuito. Se não concordar com o valor patrimonial tributário atribuído, pode pedir uma segunda avaliação no prazo de 30 dias a contar da data de notificação. Esta avaliação tem um custo mínimo de 765 euros, podendo atingir os 3.060 euros. Este valor não é reembolsável, mesmo que o fisco lhe dê razão.
Poupe nos esgotos
Em algumas autarquias, a taxa de conservação de esgotos incide sobre o valor patrimonial do imóvel. Se o prédio urbano tiver sido avaliado pelo código do IMI, a taxa não pode exceder um oitavo da taxa do IMI. Para os outros prédios, a taxa é superior, não podendo exceder um quarto da taxa do IMI. (...)
Finanças devem actualizar idade dos imóveis
O coeficiente de vetustez depende unicamente da idade do imóvel. Todavia, se o proprietário não fizer alguma coisa, o coeficiente não é actualizado pelo fisco à medida que o prédio envelhece. Ao não ser actualizado automaticamente, são colectados impostos e taxas em excesso. (...)
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Fonte: Diário Económico, 06-07-2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Câmara da Amadora avança com demolições no Bairro de Santa Filomena
A polícia chegou ao Bairro de Santa Filomena e desligou a água e a luz, numa tentativa de fazer com que as pessoas saíssem de casa, o que acabou por acontecer. O acesso ao bairro foi fechado para os trabalhadores da câmara avançarem com a demolição das habitações, inserida no processo de desmantelamento do bairro ilegal. Fonte policial disse à Lusa que está prevista a demolição de 18 casas, sendo que oito delas estão habitadas.
Os moradores têm a indicação de que se saírem do bairro não podem voltar e, por isso, até ao final da manhã permaneciam junto às suas casas.
A subcomissária Carla Duarte, porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, disse ao PÚBLICO que durante a manhã não houve “qualquer alteração ou situação anormal” e que tem estado “tudo calmo”. A PSP vai continuar no terreno durante o dia para garantir a “tranquilidade pública”, acrescentou. (...)
Em 1993 a autarquia realizou um recenseamento nos vários bairros da Amadora, entre os quais se encontrava o de Santa Filomena. Segundo esse levantamento, 562 agregados familiares, residentes em 442 habitações precárias, iriam necessitar de realojamento. No total, 1945 pessoas teriam de sair.
Segundo a autarquia, até ao momento foram demolidas 188 construções dentro do bairro. Existem ainda 284 barracas, onde moram 173 agregados inscritos no Programa Especial de Realojamento (PER) e 111 famílias em situação de ocupação ilegal.
O recenseamento que serve de base ao PER foi feito há 20 anos e muitas das pessoas que agora vivem em Santa Filomena ainda não residiam no bairro em 1993. Por não estarem incluídas nesse levantamento, agora não têm direito a ser realojadas ao abrigo daquele programa.
Numa primeira fase, a autarquia está a tentar realojar 46 famílias. Para 28 destes agregados, que estavam inscritos no PER, a autarquia tem feito “um grande esforço financeiro para aquisição de fogos dispersos no mercado imobiliário e tem celebrado contratos de arrendamento”. Para outras dez famílias não inscritas, a câmara conseguiu encontrar soluções no parque habitacional privado, através de “arrendamentos aos mesmos valores que, na sua maioria, suportavam já no bairro”.
“As restantes 8 famílias não manifestaram qualquer disponibilidade para procurarem outras alternativas habitacionais, em algumas situações não compareceram aos atendimentos marcados, fechando toda e qualquer hipótese de ajuda”, refere a câmara em comunicado. (...)
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Fonte: Público, 26-07-2012
Os moradores têm a indicação de que se saírem do bairro não podem voltar e, por isso, até ao final da manhã permaneciam junto às suas casas.
A subcomissária Carla Duarte, porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, disse ao PÚBLICO que durante a manhã não houve “qualquer alteração ou situação anormal” e que tem estado “tudo calmo”. A PSP vai continuar no terreno durante o dia para garantir a “tranquilidade pública”, acrescentou. (...)
Em 1993 a autarquia realizou um recenseamento nos vários bairros da Amadora, entre os quais se encontrava o de Santa Filomena. Segundo esse levantamento, 562 agregados familiares, residentes em 442 habitações precárias, iriam necessitar de realojamento. No total, 1945 pessoas teriam de sair.
Segundo a autarquia, até ao momento foram demolidas 188 construções dentro do bairro. Existem ainda 284 barracas, onde moram 173 agregados inscritos no Programa Especial de Realojamento (PER) e 111 famílias em situação de ocupação ilegal.
O recenseamento que serve de base ao PER foi feito há 20 anos e muitas das pessoas que agora vivem em Santa Filomena ainda não residiam no bairro em 1993. Por não estarem incluídas nesse levantamento, agora não têm direito a ser realojadas ao abrigo daquele programa.
Numa primeira fase, a autarquia está a tentar realojar 46 famílias. Para 28 destes agregados, que estavam inscritos no PER, a autarquia tem feito “um grande esforço financeiro para aquisição de fogos dispersos no mercado imobiliário e tem celebrado contratos de arrendamento”. Para outras dez famílias não inscritas, a câmara conseguiu encontrar soluções no parque habitacional privado, através de “arrendamentos aos mesmos valores que, na sua maioria, suportavam já no bairro”.
“As restantes 8 famílias não manifestaram qualquer disponibilidade para procurarem outras alternativas habitacionais, em algumas situações não compareceram aos atendimentos marcados, fechando toda e qualquer hipótese de ajuda”, refere a câmara em comunicado. (...)
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Fonte: Público, 26-07-2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Apresentada queixa na ONU contra processo de demolição do bairro de Santa Filomena
O Coletivo pelo Direito à Habitação e à Cidade (Habita) anunciou hoje a entrega de uma queixa às Nações Unidas contra os "abusos aos direitos humanos" por parte da câmara da Amadora no desmantelamento do bairro de Santa Filomena.
A queixa foi endereçada na segunda-feira ao perito Independente sobre assuntos de minorias e à relatora Especial do direito ao alojamento do Alto Comissariado para os Direitos Humanos das Nações Unidas.
Foi igualmente remetida ao Comissariado para os Direitos Humanos do Conselho da Europa e ao gabinete da vice-presidente encarregada da Justiça, dos Direitos Fundamentais e da Cidadania da Comissão Europeia e ao Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural - ACIDI, I.P.
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Fonte: SIC Notícias, 17-07-2012
A queixa foi endereçada na segunda-feira ao perito Independente sobre assuntos de minorias e à relatora Especial do direito ao alojamento do Alto Comissariado para os Direitos Humanos das Nações Unidas.
Foi igualmente remetida ao Comissariado para os Direitos Humanos do Conselho da Europa e ao gabinete da vice-presidente encarregada da Justiça, dos Direitos Fundamentais e da Cidadania da Comissão Europeia e ao Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural - ACIDI, I.P.
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Fonte: SIC Notícias, 17-07-2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Obras do Metro da Reboleira retomadas em 2013
Numa visita à nova estação do Aeroporto, que entra em funcionamento na terça-feira (a par das estações Moscavide e Encarnação), Cardoso dos Reis precisou que o túnel está feito até à Reboleira e que agora "faltam os acabamentos".
Para completar as obras falta investir 30 milhões de euros, num total de investimento de 70 milhões de euros (os primeiros 40 milhões estão concretizados), referiu o presidente do Metropolitano de Lisboa.
Para o próximo ano está previsto o retomar da extensão (da Linha Azul, que actualmente termina na estação Amadora Este) com o lançamento do concurso, pelo que o responsável se escusou a adiantar qualquer data para a inauguração. (...)
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Fonte: Correio da Manhã, 16-07-2012
Para completar as obras falta investir 30 milhões de euros, num total de investimento de 70 milhões de euros (os primeiros 40 milhões estão concretizados), referiu o presidente do Metropolitano de Lisboa.
Para o próximo ano está previsto o retomar da extensão (da Linha Azul, que actualmente termina na estação Amadora Este) com o lançamento do concurso, pelo que o responsável se escusou a adiantar qualquer data para a inauguração. (...)
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Fonte: Correio da Manhã, 16-07-2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Pedido de ajuda
Acabei de encontrar um gatito abadonado ou perdido Urbanização Vila Chã (cruzamento da Av. Continelli Telmo com a Rua 9 de Abril).
O gato é todo preto com olhos amarelos, juvenil e muito meigo o que indica que será um gato de casa.
Se alguém perdeu este gatito ou saiba de alguma coisa, por favor por aqui luismacedophoto@gmail.com !
Se entretanto alguém estiver interessado em adoptá-lo, por favor fale comigo o mais depressa possível porque não vamos poder mantê-lo em casa por mais tempo porque já temos um outro gato e um cão.
Ajudem-me, por favor.
Obrigado a todos.
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Nota: e-mail enviado por Luís Macedo
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